13 . CAP. “Surpresa.”

As minhas suplicas e preces não eram ouvidas. Afinal o que acontecia? Será que ninguém me ouvia lá em cima agora?

Pela primeira vez na minha existência achei que não conseguiria executar o meu trabalho, nem com ajuda de Angeline.

Eles que mandasse outro fazer aquilo.

—- O que tanto pensa? Uma voz doce e suave ecoou atrás de mim me trazendo das minhas preces.

— Eu rezava. O que faz aqui criança? Não deveria estar estudando para podermos irmos ao médico de vocês? Eu disse não querendo que ela vise a minha decepção.

— Já terminamos. Angeline pediu que viesse lhe chamar para irmos. Que bom que oras. Papai sempre diz que Deus escutas nossas preces nem que sejam sussurradas. E que os anjos nos zelam. Ela disse vindo em minha frente e me olhando com seus olhos profundos.

Eu a olhei intensamente seus olhos azuis e notei que seu pai lhes avia ensinado o principio da existência e notei que seus olhos eram reveladores, eles tinham força coragem e determinação, coisas herdadas de seu pai. E notei em seus olhos que ela jamais desistiria de um desafio.

— Sabe pequena. Seu pai tem razão. Você vai ser uma grande guerreira um dia. Eu disse vendo ela me fitar mais intensamente.

—- Não gostaria de ser uma guerreira. Talvez uma princesa quem sabe. Papai diz que sou sua princesinha. Ela falou dando um sorriso contagiante.

— Ele tem razão mais uma vez. Eu disse tocando sua face com ternura e notei que algo bom percorreu o meu corpo e amei o gesto.

— Sua mão e suave e tem um perfume gostoso. Eu gosto. São macias como as do papai. Ela disse segurando a minha mão em sua fase e a sentindo ainda mais.

Seus gestos e seus dizeres me surpreenderam ainda mais, mas não disse o que pensava e nem retirei a minha mão das suas e sorri diante do que ela dizia, mas naquilo escutamos Angeline nos chamar.

— Acho melhor irmos. Eu disse me levantando a pegando-a pela mão e a levando junto comigo.

Quando chegamos lá dentro todos estavam preparados, inclusive a alma que me encarava sutilmente por debaixo dos seus óculos escuros achando que eu não podia perceber seus olhares admiradores sobre mim.

Fomos até que em silêncio até o medico das crianças, eu já tinha visto tantas pessoas juntas, mais o que se seguiria parecia até que estávamos nos campos de batalhas nos degladeando com os mais terríveis demônios.

— Céus! O que é isso? Angeline falou vendo uma multidão que parecia cercar o carro e segurou com mais eficiência a criança adormecida em seus braços.

— Não acredito. Até aqui? Como eles souberam? David faça seu trabalho. Preciso levar as crianças. Michael falava parecendo mais que zangado.

— Sim senhor. O carro parou na frente de uma clinica e os seguranças saíram rapidamente afastando os paparazzis e os repórteres.

— Espero que não tenham medo deles. E saibam se defender. Como devem saber isso aqui é como uma guerra e um campo de batalha. Protegemos as crianças sem dizer uma só palavra a eles. Por que tudo que dissermos eles vão usar contra mim. Então descemos calados e voltamos calados. Michael disse nos olhando seriamente.

Angeline estalou os olhos admirada, e eu o encarei como se vise um verdadeiro guerreiro de Deus em minha frente. Uma certa admiração brotou em meus olhos, mas logo me recompus.

—- Sim senhor. Eu pude ouvir Angeline falar do meu lado e notei Michael dar um leve sorriso de vitória.

Descemos nos escondendo de uma enxurrada de câmeras microfones e perguntas que os seres humanos faziam em questão de infligir quem estivesse na frente.

Angeline segurava firme o pequeno e eu segurava firme nas mãos da menina enquanto a alma ia levando o seu primogênito a paços largos em direção a porta da clinica.

A segurança fazia seu trabalho, mas eles eram mais rápidos e vorazes.

A consulta se seguir com a clinica sendo rodeada por aquelas pessoas lá fora, eu os via de longe enquanto o medico fazia seu trabalho. Michael prestava atenção em tudo que o médico dizia de cada um e argumentava tudo o que podia. Ele realmente amava os seus.

— Ta sentindo o que sinto? Angeline falou aos sussurros do meu lado.

— Sim. Desde que chegamos. Eles estão perto. Eu disse olhando alem da nuvem de mídia insana lá fora.

— Mas não é ela. Tem algo diferente. Angeline falou ainda do meu lado e depois voltou sua atenção as crianças.

— Sim. Algo mudou. Eu disse já sabendo quem era. E notei Angeline ir pegar o bebê para podermos sair.

Eu olhei mais a frente atrás do estacionamento e das árvores e vi o que já imaginava. Mas o que ele estava fazendo ali sem sua dona?

— Vamos. Já terminamos. Uma voz já conhecida falou tocando o meu ombro com carinho e me virei bruscamente.

Seu toque ardia ainda e aquela sensação começava a me deixar intrigada. Por que só o toque dele me fazia sentir isso? Pois os das crianças me davam paz e tranqüilidade e seus toques eram prazerosos.

Eu precisava descobrir.

Saímos de volta no meio daquele mar em fúria e entramos nos carros e fomos direto para a sua casa. Ele ainda tinha uma reunião com seu advogado e algo mais tarde que eu não sabia o que era, mas já imaginava.

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“ De pé olhando o horizonte tomando algo forte e fumando o seu cigarro um ser observa o tempo”

 

Com a declaração e o falso testemunho de Joeine já tínhamos meio caminho andado e a sua condenação se seguiria e seu desespero seria eminente e com certeza suas orações e preces mudariam de rumo.

Os homens sempre mudam quando o mundo aos seus pés começa a se desmoronar e nós aparecemos para lhes dar soluções milagrosas em troca de suas belas almas.

E esta por mais especial que fosse, não seria diferente.

Mas onde teria se enfiado Senis? Ele deveria estar aqui quando eu voltasse! Não me agradava o meu servo mais fiel tendo idéias próprias.

Me virei para ir em direção a sala e dou de cara com ele a me observar.

— Onde esteve? Não deveria sair daqui sem as minhas ordens! Eu disse me assustando com ele ali e ergui uma de minhas sobrancelhas em sua direção.

— Mil perdões senhora. Fui buscar o que tinha me pedido. Ele falou mostrando a garrafa de absinto.

Eu o olhei no fundo dos seus olhos e notei uma sombra que não havia reparado antes. E meu sensor de alerta soou alto.

— Obrigada. Isso deve resolver o meu problema hoje com a caça. Eu disse pegando a garrafa de sua mão e seguindo em direção ao bar que tinha ali na suíte.

Aquela garrafa era uma bebida nada peculiar seria a minha porta para uma intimidade já desejava a tempos. Eu o tinha visto em seus momentos mais íntimos desde que notei que ele seria o meu alvo da tal vinda a terra.

Já que eu tinha que o seduzir e trazer sua doce e linda alma para nós. Por que não tirar proveito de seu ar sexy e natural. Deveria ser delirante me embrenhar em seus desejos mais profanos e devassos.

A noite se aproximava e o motorista já havia chegado, desci os elevadores mais uma vez com a vitória já garantida. Hoje ele não me escaparia. Eu provaria o seu gosto de verdade e ele jamais saberia que suas luxurias mais intimas se realizariam com um ser nada natural.

Seguimos até um hotel mais que luxuoso subi sendo escoltada por seus seguranças discretos e parei diante de uma porta que pude sentir sua essência lá dento.

Ele realmente era especial.

— Há que bom que pode vir. Michael falou se virando para mim quando o seu segurança terminava de abrir a porta para eu entrar.

— Jamais perderia isso por nada. Eu disse terminado de entrar e indo em sua direção.

— Pode ir Roger. Michael falou com uma taça na mão.

Eu sorri diante daquilo, ele era mais sexy alterado. E deveria ser o delírio assim.

— Há! Veja o que eu troce para nós. Mas noto que já tem sua bebida. Eu disse chegando perto o suficiente para sentir seu hálito de vinho nos lábios.

Michael sorriu maliciosamente e olhou a garrafa em minha mão.

— Não sou dado a misturar bebidas. Mas hoje abrirei uma esseção. Ele falou pegando a garrafa em sua mão e a lendo.

— Fico feliz em ouvir isso. Eu disse me afastando e retirando o meu casaco revelando um corpo mais que sedutor.

E notei que seu sorriso ficou mais largo quando me observou atento.

— Absinto! Bebida forte para uma noite. Ele disse indo em direção ao bar para abrir.

— Sim. Ela é considerada a bebida dos deuses. Tem um jeito próprio para ser tomada. Eu disse colocando o casaco no sofá e indo ao seu encontro.

Eu tinha certeza que ele seria meu esta noite e quem sabe não precisasse deixar ele ir ao desespero com as acusações.

— Acho que sei como deve ser tomada. Ela tem que ser ingerida sem deixar a tocar na língua. Seu gosto é forte, mas excitante. Como você. Ele disse brindo a garrafa e colocando nos copos e me olhando fixo.

— Sim. Ou ela lhe queimara a garganta e deixara um gosto ruim nos lábios e língua. Sou desta forma saborosa, mas perigosa. Eu disse pegando o copo que ele me dava e toquei os seus lábios com o meu dedo indicador.

Eu pude ver seu mundo de desejos e luxuria explodir. Ele tomou um generoso gole da bebido e colocou o copo na mesa e me tomou em seus braços.

Seus beijos eram insanos e suas mãos havidas e vorazes me exploravam conforme ele me engolia viva.  Com sua anciã de amar ele me pressionava o seu membro que era mais que visto que estava pronto.

Há que delicia seria prová-lo todo.

Michael me empurrou contra a parede e já adentrava com sua mão já por debaixo do meu vestido tocando os meus seios com ardor. Seus beijos que desciam até o meu pescoço e colo me levavam a loucura.

Mas algo pareceu tocar alto e com insistência e notei batidas na porta com vigor.

— Mas o que é agora? Ele se afastou de mim furioso e foi até a porta se recompondo.

— Senhor desculpe. Mas precisamos ir. Um dos seus seguranças falou alto.

— O que? Está brincando! Por que isso? Não irei a parte alguma agora. E que barulho infernal é esse? Isso não é! Ele disse vendo algumas pessoas tomando os corredores e adentrou um pouco para dentro para não ser reconhecido.

Eu me recompus e fui a em sua direção e notei um cheiro forte de fumaça vindo dos corredores mais adiante.

— Sim senhor. É o alarme de incêndio. Me parece que algo explodiu na cozinha e precisamos sair antes que a imprensa chegue aqui. O seu segurança disse me olhando sem jeito.

Ele sabia o que fazíamos ali, ou pelo menos pretendíamos. E achei estranho aquilo acontecer justamente agora. E escutei um barulho vindo da sacada e fui em sua direção enquanto a  minha caça discutia com seu segurança.

Eu abri a porta da sacada e a procurei, eu sabia quem era e sabia a procurar.

— Esperta não! Consegui me atrapalhar mais uma vez. Me surpreende mais a cada vez que nos encontramos. Eu disse a procurando nos telhados dos prédios vizinhos.

— Desista Liley. Ele não será de vocês. A voz de Aurora vinha do meu lado direito e a procurei.

— Isso é o que veremos. Não será esta sua confusão que me atrapalhará. Sei que vou conseguir a sua alma tão cobiçada. Eu disse dando um paço para dentro da escuridão da noite e a procurando.

Afinal a onde ela estava?

— É o que pensa Liley. Isso terá um fim. Mas não será o seu lado vencedor. Ela falou ficando bem na minha frente com seu punhal mais que perto da minha garganta.

Se eu me meche-se ela com certeza me degolaria num só golpe e pude sentir a lâmina queimar a onde estava sendo pressionada. Aurora era rápida. Sempre me surpreendia. Eu deveria ter tomado mais cuidado. Subestimá-la foi tolice.

— Mas creio que me matar aqui seria mais prejudicial para ele do que para mim. Seria como empurrá-lo para nós. Se fizer isso só o ajudaria nos chamar com mais rapidez. E você não deseja isso. Eu disse olhando fixo em seus olhos e desejei que ela entende-se.

Aurora ainda me olhou com olhos pensativa. E escutou a alma bater a porta com violência e vir em nossa direção.

E com aquilo consegui com um movimento apertar seu ombro ferido o fazendo sangrar novamente e ela se afastou me deixando respirar mais aliviada novamente.

— Tem razão Liley. Termos outras oportunidades de acertarmos as nossas diferenças. Ela disse saindo rápido da minha frente e sumindo na noite

— O que faz aqui fora? Precisamos ir. Aqui não é seguro e a minha maré de azar parece me perseguir. Eu a levarei de volta ao seu hotel. Lamento por mais esta noite. Ele falou ficando atrás de mim e beijou o meu ombro com carinho.

— Não tem importância querido. Teremos outras oportunidades. Eu disse tocando o risco que a adaga de Aurora fez em meu pescoço.

Nos beijamos mais uma vez com ardor e logo saímos pela escada de emergência para não sermos vistos pelo tumulto que se formou lá em baixo do hotel.

Aurora foi esperta e conseguiu mais uma vez o que desejava. E aquilo me enfureceu.

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“ Dentro de seu quarto um homem discutia com seu amigo e o seu advogado enquanto se arrumava.”

 

Não entrava em minha cabeça de onde tanta maldade surgia. Mais acusações? Eles queriam mesmo me exterminar da face da terra. Mas não iriam. Eles não iriam me derrubar mais uma vez. Não me veriam ir ao chão.

— Não sei de onde esta testemunha de acusação surgiu senhor Jackson! Ele apareceu do nada! Sabíamos que a de defesa estava ganha. Mas agora! O meu advogado vasculhava os seus papéis em sua frente.

— Deve ter surgido do inferno. É quem e ele? Eu nunca ouvi falar neste nome! Como ele diz ter visto Michael fazer algo? John falava bem irritado e andava de um lado para o outro atrás de mim.

— Não sei o porque disto tudo. Não fiz isso! Jamais faria estas atrocidades que me acusam. Eu disse com vontade de chorar diante do espelho.

Mas não faria, estava no meu limite e mais um dizendo que me viu fazer tal coisa me deixava muito mal.

— Deve ter sido. Mas não temos outro jeito a não ser escutar mais este. Mas vamos conseguir. O meu advogado falou guardando os papéis em sua mala e vendo o meu celular tocar alto.

— Temos que conseguir. Não quero ser condenado por algo que não fiz. Eu disse saindo dali e indo atender o meu telefone.

— Vou investigar de onde ele veio. Sei que tem algo atrás dele. Até mais senhor Jackson. Meu advogado me olhou já de saída.

— Isso. Veja de que esgoto este rato saiu. Ele com certeza é mandado por alguém como todos os outros. John falou conduzindo o meu advogado até a saída.

Eu peguei o meu celular e olhei o visor. O que será que Chris queria a estas horas?

— Olá cara como está? Eu disse já pegando o meu casaco.

— Tudo bem. E você? Eu li as ultimas notícias. Elas estão péssimas. Ele falou do outro lado da linha e notei que já deveria ter saído na mídia mais lixo.

— Sim. São desanimadoras. Não sei mais o que fazer. Parece que todos querem me destruir. Eu disse sentindo o meu peito apertar.

— Não desista cara. Sei que vai conseguir. As coisas parecem estar um inferno agora. Mas você é o melhor amigo. E não fez aquilo do que o acusam. Deus existe cara. Confie nele. Ele disse parecendo ter mais esperanças do que eu.

— Eu confio. Mas as vezes me sinto fraco. Sem esperanças. Eu disse vendo John entrar porta adentro e me olhar atento.

— Mudando de assunto. Eu queria saber como está indo as suas belas babás? Especialmente a minha Aurora. Ele disse dando uma risada do outro lado.

Eu levantei uma de minhas sobrancelhas e encarei John na minha frente que não entendeu a minha cara.

— Eu sabia seu infeliz. Quando vai criar vergonha nesta cara e parar de dar em cima da minha babá? Eu disse já indo e direção a porta do meu quarto e vendo a cara de risos de John para mim.

Eu ainda tinha que levar as crianças ao médico hoje e mais a noite tentar mais uma vez com Liley.

— Não seja ganancioso. Sei que esta investindo na tal Liley. Me de um credito cara! Aurora é alem de seus planos. Ela parece ser um poço de não e mais não. E isso me excita. Ele disse se desmanchando em risos do outro lado da linha e olhei para John com uma cara feia quando descemos as escadas.

John e sua boca grande, ele deveria ter dito sobre a minha saída com Liley. Por isso Chris ligava.

— Alem dos meus limites! Me julga mal cara. Ninguém é alem dos meus limites. Eu disse com vontade de puxa ele pelo pescoço ali mesmo pelo telefone.

— Sei disto. Sempre consegue o que quer. Mas creio que com Aurora vai ganhar um não bem grande. Por que é só isso que ela me diz. Não, não e não. Ele disse parecendo fazer ecos agora.

E notei que ele deveria estar nos estúdios gravando.

— Mas eu sou mais eu. E agora preciso desligar tenho que levar as crianças as suas consultas de rotina. Eu disse já me despedindo e vendo Angeline e as crianças a esperar.

Foi quando notei a minha filha entrando com Aurora a trazendo pela sua mão e notei o quanto sua presença me agradava, agora entendia a insistência de Chris.

Saímos dali em direção ao médico e notei os olhos apreensivos delas quando chegamos.

Como eles sempre sabiam? Parecia que sempre vazava a onde eu ia? E eles sempre surgiam dos lugares mais estranhos com suas câmeras e máquinas nas mãos já enfiando na nossa cara e fazendo as perguntas mais medonhas que surgia.

Não sabia o por que me perguntavam coisa que já tinha respondido antes. Mas mesmo assim os encarei como sempre. Disse a elas como agirem e saímos.

Consultei as crianças e voltamos para casa.

Me arrumei mais uma vez e sai em direção ao hotel que mais cedo fiz uma reserva em outro nome para já não ter problemas com a mídia insana.

Quando a percebi chegar eu mal conseguia me conter, já havia ingerido uma certa quantia de vinho que me deixava mais propenso a amá-la sem limites.

Eu estava uma pilha estes dias e não queria que nada me atrapalha-se.

Quando ela entrou notei seu jeito sexy e sedutor, ela era pura luxuria em pessoa e senti meu corpo reagir instantaneamente e sorri diante do que viria.

Quando ela me ofereceu a garrafa a olhei intrigado, ela gostava e bebidas fortes e parecia saber como a tratar. Ela me fascinava cada vez mais.

Servi a bebida e entreguei um copo a ela e me surpreendi com eu toque nos meus lábios eu tomei a bebida em um só gole e a tomei em meus braços.

Não me contive mais e minhas mãos pareciam ter vida própria e ela não me ofereceu resistência alguma, eu podia sentir o meu membro latejar de  desejos por ela e fiz questão de lhe mostrar.

Ela gemeu baixinho e investi mais inda, mas quando eu iria avançar mais, eu escuto uma sirene tocar alto e batidas insistentes na porta do quarto.

Não podia acreditar no que seguia. O que seria afinal? A soltei contrariado e meios que me recompus e fui atender a porta.

Não entendi quando dei de cara com um dos meus seguranças me dizendo que tínhamos que ir.

Mas quando dei mais um paço em direção ao corredor, notei várias pessoas saindo as presas e um cheiro de fumaça me invadiu.

Notei que ela veio até mim olhou o meu segurança e observou a cena e saiu. Eu fiquei ali escutando as recomendações que tínhamos que seguir, fechei a porta e fui atrás ela.

Mais uma vez ela me fugia por entre os dedos. Até comecei a cogitar o nosso envolvimento. Mas ela era de fazer valer qualquer insistência minha.

Falei com ela que precisávamos ir e ela pareceu entender, dei mais um beijos desejosos nela e a levei em segurança até seu hotel e voltei pensativo para a minha casa.

Mas antes de descer do carro notei a garrafa de absinto no banco do carro e olhei intrigado. Não me lembrava de a ter pego.

Mas mesmo assim a levei para dentro.

continue…. Kisses in your hearts….

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