9 . CAP. “ Interessante”

Depois de passar horas com Angline falado como eu deveria me comportar como uma babá e me arrumando para o tal emprego peguei o nosso carro e nos dirigimos a sua morada.

Andar ou seguir desta forma ainda me deixava sem jeito e achava que demorava muito.

Os nossos meios de locomoção eram bem mais rápidos e discretos.

Quando parei o carro diante dos imensos portões de uma bela casa notei o quanto aquilo era grande e solitário. Nem todo o dinheiro e fama que ele conseguiu em sua vida, podia esconder a tristeza que vinha dela.

Talvez aos olhos humanos isso passasse despercebido, naquele mundo em que o dinheiro e o státus reinavam, tal coisa não aparecia ou era sequer revelada.

Mas para mim que enxergava o que se escondia dos olhos vistos, dava-se para ver a dimensão que nem tudo era como se queria fazer acreditar.

— Sei o que pensa Aurora. Ele é nobre. Sua alma vale a pena. Se não fosse. Ele não nos tinha mandado para resgate-lo. Angeline falou vendo os portões se abrirem na nossa frente depois de nos identificar.

— Sei que Deus é sábio em sua onipotência. Mas olhe isso! Não sente? Eu disse sabendo muito bem que ela entendia o que eu queria dizer.

— Sim. Sinto. É o mesmo sentimento que encontramos nas maiores catástrofes da natureza. Ele esta realmente triste com os acontecimentos. Ela disse vendo eu seguir com o carro propriedade a dentro.

Eu não disse mais nada, seguimos sendo escoltadas por um carro e o segurança a nossa frente até chegarmos a porta principal a onde pudemos ver John com aquele sorriso que ele insistia em fazer.

—- Boa tarde garotas. Que bom que puderam vir. John nos saldou abrindo a porta de Angeline.

E notei seus olhos brilharem para ela.

— Boa tarde John. Ela falou com uma voz mais doce que de costume e fiquei sem entender o por que daquilo enquanto outro homem abria a minha porta para eu descer.

— Sabe que eu até agora não entendo como belas beldades como vocês são babás? Eu jamais as vi. Mas as suas recomendações foram magníficas. Espero que fiquem. Michael precisa mesmo que o ajudem. John falou ficando na nossa frente antes de entrarmos.

— Nem eu acredito que somos isso. Eu disse meio resmungando para mim mesma.

Mas recebi um cutucão de Angeline nas costelas discretamente e a olhei intrigada.

— Que bom que podemos ajudar. Estamos aqui para isso. Vamos a entrevista então? Ela falou toda animada.

Algo percorreu as minhas veias como se algo gelado estive-se ali. Eu sabia que a entrevista era com a alma. E aquilo me deixou estranha.

—- Não temos entrevistas. Michael teve que sair com seu amigo. Tinha algo a resolver. Mas vejo que já vieram prontas. Então o emprego é de vocês. Ele falou com um baita sorriso e fiquei pensando que se ele só sabia sorrir.

— Há! Escutou isso Aurora! Já estamos empregadas! Angeline falou toda saltitante em minha frente me fazendo voltar da minha analise.

— Não sou surda. Que bom. Eu disse me esforçando para sorrir.

Como aquilo tinha acontecido? Não seria mais fácil chegar e abordar diretamente. Por que tudo aquilo para poder convencer uma alma que o céu era as sua melhor escolha!

— Vamos meninas. Entrem e vamos conhecer as crianças. John falou pegando levemente nos braços de Angeline e eu a fitei intrigada.

Ela o deixava tocar com facilidade e parecia não sentir nada. Ela aprendia mais rápido do que eu a viver ali. Eu jamais conseguiria ser como os homens. Sentimentos me deixavam fraca vulnerável e agoniada. Isso não era para mim.

John foi a nossa frente nos apresentando aos empregados que surgiam a nossa frente, mostrou a imensa casa toda entupida de coisas fúteis para mim.

Sua beleza e luxuosidade não era nada perto do que sentia no ar. Ela podia ser esplendorosa diante dos outros, mas totalmente vazia de alegria agora.

Subimos as imensas escadas em direção ao andar superior, John nos mostrava as diversas dependências do lugar e a onde poderíamos ir e a onde não se deveria ir.

Chegamos diante de uma porta toda branca e enfeitada com brinquedos, ali constava o nome de duas crianças.

Mas não eram três?

— Chegamos garotas. Este quarto é dos dois maiores. O bebê fica na maior parte do tempo no quarto de Michael. Mas tem um quarto só para ele ali mais adiante. Como ele ainda é de colo fica mais perto. O de vocês fica no meio dos dois quarto e na frente do de Michael. Então quando ele precisar ou as crianças fora de horas, vocês podem ouvi-lo chamar. John falou nos mostrando as portas e abrindo devagar a que ficava na nossa frente.

Mas algo doce suave e acolhedor saiu primeiro antes de entramos. Algo puro invadiu nosso ser e parecia ser fácil viver ali dentro. Um sentimento mais antigo que eu me lembrava surgiu em meu peito e aquilo me deixou mais intrigada.

Será que ainda existia esperança aqui?

— Olá crianças! Quero que conheçam alguém. John falou vendo duas crianças sentadas no chão brincando com algo de montar.

— Olá tio John. As duas responderam ao mesmo tempo o olhando e nos olhando atentas.

— Bom. Estas aqui são suas novas babás. Esta é a Angeline e esta é a Aurora. Elas cuidaram de vocês e de seu irmão agora. E quero que a tratem bem, como seu pai ensinou. Ele falou nos mostrando as crianças que ficaram de pé e vierem em nossa direção.

— Oi. Eu sou Paris e este é meu irmão Prince. É um prazer conhecer vocês. Ela nos disse esticando sua pequena mão para nos cumprimentar e seu irmão fez o mesmo.

— Olá pequeninos. Angeline falou se abaixando e tocando o seu rosto com carinho.

— Não são três? Eu disse ainda intrigada com a outra criança.

— O meu irmão está no quarto do papai. Ele dorme lá a estas horas. O menino falou me olhando com atenção.

Ele parecia estar intrigado comigo.

—Então vamos velo. John falou nos levando para o quarto em que a criança estava.

Fomos todos bem devagar, acordar uma criança pequena pelo que me lembrava não era nada bom.

Entramos em um quarto espaçoso arejado e encantador, ele realmente era digno da alma que o habitava. Mas podia sentir alem de velhos ares conhecidos algo diferente.

— Veja este é meu irmão. A menina falou nos mostrando um belo berço do lado de uma cama enorme.

Nos duas olhamos a pequena criança adormecida no seu leito. Ele era doce e de traços firmes, era diferente dos dois mais ali. O seu pai reinava nele, não que os outros dois não tivessem sua essência também, mas ele seria o mais parecido em gestos e atitudes.

— Não parece assustador não? Angeline falou baixinho só para eu poder ouvir.

— Espere e veja. Eu disse me afastando do berço e me voltando para o menino que ainda me fitava com seus olhos intrigados.

— Bom meninas. É isso. As crianças são essas. O seu trabalho é só cuidar delas mais nada. Michael esta com alguns problemas que sei que já devem saber quais são. Então as crianças tem que ser bem cuidadas. Ele falou nos olhando com atenção agora.

— Sabemos fazer o nosso trabalho. Não se preocupe. Eu disse o olhando nos olhos e sentindo ser observada de pertos por todos.

Até Angeline ficou me olhando de lado. O que ela queria que eu disse? Não John. Não sabemos fazer o serviço para o que nos contrata. Somos anjos do senhor e viemos resgatar uma alma extremamente poderosa e convencê-la que somos o seu melhor.

É isso que ela queria que eu dissesse? Que coisa!

— Sei que devem fazer. Afinal suas recomendações são excelentes. Poderiam começar hoje mesmo? É que Michael tem um compromisso mais a noite e não sei se volta para casa. Ele falou dando uma tossidela em reserva, mas pude ver algo em seus olhos.

— Claro! Nossas coisas estão no carro. Já viemos prontas para a guerra. Angeline falou sorridente para ele.

Ela tinha visto a mesma coisa que eu e sabíamos que o outro lado investia pesado. Precisávamos estragar o que Liley pretendia, ou ela teria com certeza êxito em sua caçada.

— Fico feliz e aliviado em saber disso. Vou mandar buscar suas malas e colocar em seus quartos. Vamos! John falou apontando a porta do quarto para sairmos em silencio.

Quando todos já haviam quase saído eu olhei mais uma vez para trás e pude sentir uma aura de bondade e ternura que emanava daquela criança que adormecia em sua inocência.

Há muito tempo este sentimento não era visto por mim. E até cheguei a questionar em meus pensamentos se ele ainda existia.

Mas começava a achar que descobriria algo mais alem do que velhos sentimentos esquecidos a séculos em campos de batalhas.

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“ Em frente ao seu espelho dentro de um quarto de hotel um ser olha seu reflexo no espelho mais uma vez”

 

Nossa! Ninguém diria que tenho séculos de idade. Afinal não temos noção de tempo. O fator tempo não nos afeta como as demais criações. Vimos o nascer da matéria e a sua morte também.

E muitas delas a sua total extinção. E ainda estamos aqui. E ainda vamos permanecer enquanto tiver quem acredite e precise de nós.

— Está quase na hora senhora. Senis falou adentrando em meus aposentos.

— Sim. Posso sentir ele se aproximando. Creio que esta noite daremos um passo mais rápido para o nosso sucesso. O que acha Senis. Estou irresistível para a nossa caça? Estou a altura de uma mega star? Eu disse me virando para ele e o encarando.

Eu pude ver os olhos dele brilharem, eu conhecia aqueles sentimentos de desejos e luxúria. Eu não era tola, já havia percebido que Senis me desejava a tempos. E se não estivesse caçando algo importante até que me divertiria com meu cervo.

— Esta perfeita senhora. Senis falou escutando o telefone do quarto tocar.

Eu sorri diante de sua resposta fixa e me virei novamente para o espelho enquanto ouvia a confirmação que eles haviam chegado pelo telefone.

— Ele já chegou senhora. Senis falou adentrando no quarto novamente.

— Já estou pronta. Eu disse pegando uma pequena bolsa e indo em direção a porta que Senis abria prontamente.

Desci pelo elevador como qualquer ser humano. As apareciam tinham que existir.

Quando cheguei ao saguão do hotel dei de cara com um dos seus seguranças e o acompanhei até a limousine que nos aguardava discretamente.

— Olá querido. Eu disse vendo seus lindos olhos negros a me fitar quando entrei.

— wow……. Está estonteante Liley. Ele falou segurando a minha mão e a levando aos lábios com um ar mais que sexy.

Eu podia sentir seus desejos mais insanos aflorarem a luxúria era doce como mel em seus olhos.

— Você também está irresistível. Tenho certeza que faremos progressos essa noite. Eu disse vendo ele soltar a minha mão e sorrindo mais sedutor ainda agora.

— Também acho. Ele falou ficando mais perto de mim agora e mandando o motorista seguir seu caminho.

Eu pude sentir seu perfume estonteante a me envolver. Como ele tinha dom, ser o maior artista que a mundo já viu fazia dele o máximo.

Entendia agora o encanto que ele causava, seu dom era natural. Seu jeito tímido é sexy conquistaram legiões de fãs, mas ele não era assim em seu interior.

Todo o tempo que seguimos caminho ao restaurante a luxuria e a sedução ele me fazia sentir. Seus desejos carnais eram imensos e tinha certeza que ele poderia realizar as minhas fantasias mais profanas.

Mas sua bondade e generosidade para com os seus semelhantes lhe deixavam mais doce. Ele realmente era uma alma diferente e rara.

— Chegamos senhor. O seu motorista anunciava na entrada do restaurante.

— Sabe o que fazer. Ele disse sorrindo para mim.

— Sim senhor. O seu motorista falou adentrando pelos fundos do lugar.

— Me desculpe. Mas tem que ser assim. Ou não jantaremos em paz. Ele falou tocando o meu rosto com carinho e notei que seus olhos brilharam em mim.

— Não ligo. Já tenho o que quero. Eu disse bem perto dos seus lábios que pude sentir seu hálito quente quando ele sorriu malicioso.

— Fico feliz por isso. Ele disse já vendo o motorista parar e seu segurança vir abrir a porta para descermos.

O jantar transcorreu como desejávamos, a sua segurança fazia a nossa privacidade e estarmos num lugar reservado nos garantiu ela também.

Já era altas horas da madrugada quando resolvemos seguirmos em frente. Michael havia bebido seu vinho predileto, e ele começava a fazer sua mente voar longe. Confesso que ele ficava cada vez mais irresistível e voraz.

— Vamos para minha casa? Lá teremos mais privacidade. Ele disse depois de me possuir com seus beijos mais insanos.

Ele já estava mais que pronto para me possuir ali. Mas a bebida tinha sido alem da conta para ele. Mas ele daria conta do recado com certeza.

— Sim. Eu disse me entregando as suas caricias mais ousadas.

O motorista seguiu para sua casa rapidamente. Michael desceu mais que entusiasmado me levando rapidamente para dentro de sua casa. Ela estava as escuras e silenciosa naquelas alturas da noite.

Mas quando chegamos no pé da escada para subirmos para o seu quarto, sinto uma presença mais que conhecida.

O que ela fazia ali? Era ela com certeza. Sua essência jamais me confundiria.

— Vamos amor. Por que parou? Michael falava com seus beijos a invadir meu pescoço.

— Preciso ir Michael. Vamos deixar para o outro dia. Eu disse vendo as sombras dela no alto das escadas no escuro.

— O que! Por que isso agora? O que eu fiz de errado? Ele falou não entendendo a minha recusa.

— Vamos devagar meu amor. Temos a eternidade para isso. Eu disse me afastando dos seus braços e vendo o brilho da espada de Aurora reluzir no brilho da lua que entrava pela janela quando ela se mexeu na escuridão.

— Não credito nisso. Sei que me desejas tanto quanto eu. Vamos! Não se preocupe. Ninguém vai nos importunar. Meus filhos dormem. E os empregados também. Estamos sozinhos. Ele disse me abraçando de volta e me beijando com loucura.

— Nunca estamos sozinhos meu querido. Nunca. Não seja assim tão voraz. Como disse temos a eternidade. Eu disse o beijando devagar e fazendo ele perceber que eu iria mesmo em borá.

— Está bem. Não vou insistir. Não sei o que a fez muda de opinião. Mas sei que a terei. Ele disse se afastando um pouco contrariado.

E pude ver em seu estado deplorável que ele não gostou de ficar assim sem chegar aos finalmentes.

Mas eu não podia arriscar aquilo ali com Aurora nos observando assim tão de perto. Ela não me deixaria fazer nada com ele.

Nos despedimos rapidamente. Eu precisava sair logo dali. Ou nos enfrentaríamos ali mesmo estragando o meu disfarce. Ele mandou seu motorista me levar ao hotel, mas prometi que o veria na sequência e Michael pareceu ficar agora mais animado.

A guerra não havia sido ganha com ela ali enfiada em sua casa. Mas eu precisaria arrumar outra forma e seduzi-lo sem ir até lá.

Aurora ganhava terreno. E isso não era bom.

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“ Dentro de sua biblioteca com seus amigos um homem escutava atentamente”

 

Não sabia o que mais viria, John ultimamente sempre fazia suspense de tudo. Eu começava a achar que era só para me irritar.

— Vamos logo cara. O que tem ai? Eu disse escutando os gritos das crianças vindo lá de fora.

— Credo! Que barulho é esse? Chris falou se levantando e indo em direção a janela.

Nós entreolhamos e fomos atrás dele. As crianças gritavam e pulavam perto de uma árvore no jardim e fazia gestos para alguns seguranças que chegavam para ver.

— O que elas fazem ali? John falou do meu lado observando elas lá em baixo.

— Não sei. Mas vamos descobrir. Eu falei saindo dali de frente a janela e indo em direção a elas lá embaixo.

Chris e John me acompanhavam a passos largos. O que as estivesse feito gritar daquela forma parecia ser urgente.

— Desce. Desce daí? Ninguém vai lhe fazer mal!  O meu caçula gritava mais que todos.

— Não! Tem que alguém subir e o tirar. Ele esta com medo. A minha filha falava para todos ouvirem.

Quando chegamos perto da confusão um dos seguranças já estava subindo na árvore.

— Porque de todo este alarde? Eu disse vendo Chris e John ficarem do meu lado e olharem para cima.

— É um gatinho papai. Max correu atrás dele quando vimos passar pelo jardim. Agora ele está lá em cima. O meu caçula falou mostrando o animal acuado e com medo.

— Nossa! Como ele subiu lá? John falou colocando a mão nos olhos para encobrir a claridade do sol.

— Vai ver que chegou voando. Chris falou dando uma baita risada e vendo a cara de injuriado de John e eu sorri diante da resposta ele.

— Engraçadinho. Tô morrendo de rir. John falou me vendo rir diante dos dois.

Ficamos ali um bom tempo tentando retirar o gato da árvore, pois o animal não deixava chegar perto. Até cogitamos de chamar os bombeiros.

Mas tínhamos ciência que seria mais um escândalo que surgira. A mídia sempre distorcia o que acontecia comigo. E não precisava de mais um.

Quando ele consegui ser retirado já era bem tarde e tinha que me arrumar para o jantar com a garota do Mustangue vermelho. E sabia que Chris também se ia afinal, ele tinha filmagens de seu novo filme.

Como o salvamento do gato tinha demorado, nem quis saber quem era as babás. Se John gostou delas, então já estavam contratadas. Só queria os melhores para cuida dos meus filhos. E John sabia como deveria agir.

Não demorou muito e já parti para o meu encontro. Chris me seguiu até uma certa altura até entramos na rodovia e seguiu seu caminho. John ficaria em minha casa para mostrar as novas babás o que deveriam fazer, mais tarde eu falava com elas.

Quando cheguei na frente do endereço que ela havia me entregado algo estranho percorreu as minhas veias.

Como medo e adrenalina juntos. Aquela mulher me causava os dois sentimentos como a tal Aurora que Chris tanto desejava.

— Chegamos senhor. O endereço é esse. O meu guarda costas falou me olhando.

— Então vá e diga que estou aqui. Não irei descer. Tem muita gente aqui, e vão me reconhecer. Eu disse vendo que era um dos mais luxuosos hotéis da Los Angeles.

Eu mesmo já tinha vindo ali por diversas vezes.

— Sim senhor. O meu guarda costas desceu para chamá-la.

Não demorou muito e ele vinha a conduzindo. Liley era mesmo de tirar o fôlego de qualquer ser humano. Seus traços perfeitos e seu corpo mais que delirante me fazia sentir vontade de a possuir ali mesmo no carro se ela me deixa-se.

Ela caminhava como se pudesse voar, seus cabelos sedosos refletiam o brilho da luz quando os tocava me fazendo me excitar ainda mais ali mesmo.

Ela era pura tentação.

Há!….. Desta noite não passava. Eu faria amor com ela como nunca. E já sabia a onde a levaria. Já que não precisava me preocupar com as crianças agora. Elas já tinham as suas babás.

O jantar transcorreu como eu desejava. Ninguém a nos portunar. Conversar com ela era como fazer amor ali mesmo, ela transpirava luxuria e insanidade. Eu tinha certeza que os meus desejos mais lascivos seriam atendidos esta noite.

Bebemos comemos e conversamos, mas eu já não me agüentava mais esperar para poder a tomar.

Propus irmos para a minha casa e ela topou. Graças a Deus.

Não desejava entrar em hotéis naquelas alturas, sempre tinha um paparazzi saindo dos bueiros para me pegar.

Despistá-los as vezes era ariscado para a nossa segurança.

Fomos no carro nos envolvendo eu mal conseguia me conter e o vinho que tomei me deixava mais insano.

Mas quando estávamos subindo as escadas ela parou e disse que não e que iria em borá.

Eu quase não acreditei no que ouvia. Chegamos até ali daquela forma quase fazendo amor no carro e ela iria me deixando ali quase explodindo de vontade de sentir mais dos que seus lábios minha boca?

Perguntei se tinha feito algo errado e ela disse que tínhamos a eternidade para aquilo.

Eu não queria saber da eternidade! Eu a desejava ali e agora. Insisti mais uma vez a envolvendo os meus baços e meus beijos mais vorazes, mas ela me afastou mais uma vez dizendo um sutilmente, não.

Então algo me percorreu as veias, mas não deixei demonstrar muito. Mas tinha certeza que ela viu que não gostei. Nos despedimos e mandei meu motorista a levar até seu hotel.

Eu a teria. De alguma forma a teria. Se aquilo era um jogo eu também sabia jogar.

continue….. Kisses in your hearts…..

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