25. CAP…”  Desconfiado”

A minha mente trabalhada a mil. Eu sabia que o enganar por muito tempo eu não conseguiria. Os mal estares me denunciariam rapidamente. Mas dizer a verdade agora antes de explodir o mundo eu não queria. Se eu conseguisse só esconder por mais alguns dias dele que eu esperava mais um filho dele, seria uma vitória.

— O doutor disse que estou um pouco debilitada com a minha anemia. Preciso me alimentar melhor e tomar as vitaminas que ele irá receitar depois que os meus exames chegarem. Mas ele disse que não é nada grave. Eu disse não querendo olhar muito em seus olhos.

Pois Michael saberia que algo acontecia, e notaria a mentira em meus lábios. Eu não sabia mentir para ele. Ocultar a verdade um pouco sim. Mas mentir. Não.

— Hummm… E o que ele disse sobre seus calmantes? Pelo que vejo a nosso volta eles não estão fazendo efeito, e só estão piorando a sua anemia. Você anda muito enjoada. Ele falou vendo o estrago no quarto.

— Ele me proibiu de tomá-los. Eles atacam o meu estomago. E disse que vai averiguar outro tratamento. Eu disse saindo dos braços dele e indo até o banheiro.

Eu precisava sair de seu campo de visão. Ele me olhava com seus olhos serrados e tinha certeza que ele estava desconfiado de algo.

— E o que ele disse dos remédios para dormir e suas tonturas? Michael falou vindo atrás de mim e fiquei apreensiva.

Droga! Como ele era insistente! Eu precisava mudar o seu foco de raciocínio. E já sabia como.

— São todos sintomas em sequencia. E você mesmo os tem de vez em quando. Até parece uma mulher grávida. Mas falando em me acalmar. Que tal você me faze esquecer o estrago que fiz aqui e me dar o que sempre me acalma. Eu disse puxando ele pela gravata e trazendo os seus lábios para o meu dentro do banheiro.

— Eu gosto mais deste calmante. Michael falou me tomando em seus braços e intensificando o beijo.

Suas mãos já me invadiam por debaixo da blusa e começavam a retirar a minha roupa rapidamente. Eu afrouxei a sua gravata e fui desabotoando a sua camisa, eu deixei o seu paletó deslizar dos seus ombros com a camisa e fui abrindo o cinto e o zíper.

Michael retirava a minha camisa a langerrie e se deliciava em meus seios nus em seus lábios. Suas mãos eram ágeis e já em poucos minutos ele abria a minha saia e com ela a langerrie se ia junto.

 Retirei a sua camiseta e soltei as suas calças. Ele me colocou sentada na borda da pia e sorriu para mim enquanto eu massagiava o seu membro já pronto para mim.

— Sabe. Eu amo quando se descontrola assim. Ele falou puxando as minhas pernas entre a sua cintura e me estimulando a onde ele mais amava.

— E eu amo quando você me acalma desta maneira. Eu falei já puxando ele para me possuir e gemi quando ele me penetrou em uma investida só.

— Eu também meu amor. Eu também. Deus! Eu amo você Med. Michael falou investindo mais profundamente e me segurou pela cintura para me manter no lugar e invadiu os meus lábios com fúria enquanto eu laçava o seu pescoço e me perdia no seu mundo.

Não demorou muito e ele investia pesado dentro de mim. Os seus gemidos eram altos e me fazia delirar com seus carinhos. Depois de algum tempo nos matando ali, nós explodimos em um gemido mais que prazeroso um nos braços do outro.

Quando nossos espasmos diminuíam, Michael abaixou as minhas pernas do seu lado e ficou dentro de mim até seu coração voltar ao ritimo normal.

Nós rimos um para o outro e fomos tomar um banho que ainda nos rendeu mais alguns gemidos e loucuras ali dentro e saímos do quarto em direção a sala para os empregados poderem arrumar o meu estrago.

E íamos tentar mostrar as crianças que o que tinha acontecido não era um terremoto.

E sim uma explosão de algo misterioso.

Continue…. Kisses in your hearts….

 

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