47.CAP….

Mas não tive tempo de poder pegar o telefone. Michael foi mais rápido eu e me olhou sério nos olhos.

— É ele não é? Se for ele concorde com tudo o que ele disser. Michael falou me olhando atentamente.

— Mas Michael! Eu disse assustada vendo ele com o telefone na mão.

— Faça o que lhe peso amor. Vamos nos livrar deste maldito para sempre. Confie em mim. Michael falou me olhando nos olhos me estendendo o celular e vendo ele tocar alto.

Eu não disse mais nada me sentei na cama com Michael me ajudando e atendi o telefone.

— Alô. Eu mal conseguia pronunciar a palavra.

As minhas mãos tremiam e Michael me abraçava firme.

— Até que enfim lhe achei. Por onde se enfiou? Na cama com este esquisito? A que ponto chegou Mira! Eu não sabia que gostava de estranhos. Ele falou me fazendo ferver o sangue.

— Escutei aqui seu maldito. Já não disse para me deixar em paz? Eu não farei o que me pede. Não vou extorquir Michael e nem vou lhe dar exclusivas com relação a vida particular dele. Eu gritei no telefone quando ele falou de Michael.

Mas notei Michael fazer gestos para eu amenizar e ter paciência. Precisávamos pegar ele na extorsão, então eu tinha que mudar o um jeito.

— Escutei aqui sua Vadia. Vai me dar o que quero e será amanhã. Já perdi muito tempo e tenho uma grana para receber se me der alguma coisa. Ele gritou do outro lado e meu coração gelou.

—- Amanhã? Eu falei olhando Michael nos olhos.

— Sim. Antes que aquele astrozinho saiba de sua vidinha nada digna comigo. Se quer que este seu filho lhe renda algo, então me encontre amanhã as três da tarde no estacionamento do shopping. Ele disse vendo que eu não reclamei.

De certo pensou que eu o temia por isso.

— Mas amanhã Michael vai até o shopping comprar algo. Aquilo vai estar um tumulto! Ele não vai me deixar sair de perto dele. Eu disse mostrando que teria muita gente ali.

— Eu sei. Já soubemos disso. É por causa disso que quero que me encontre lá. Você vai me ajudar a tirar várias exclusivas dele. O astro não gosta de paparazzis, mas você vai dar uma mãozinha para que eu até fale com ele. Terry falou rindo alto e não contive uma lágrima que caiu e meu filho se agitou.

Notei Michael me olhar aflito quase retirando o celular das minhas mãos com raiva do homem atrás de linha, mas eu precisava ser forte e continuar.

— Okay. Vou dar um jeito de fugir de Michael. Com certeza ele vi estar atolado em autógrafos. E é ai que fujo da segurança. Me espere nos fundos do estacionamento. Eu o encontrarei lá. Mas não posso por você na frente de Michael. Alan o reconhecerá de imediato. Eu disse respirando fundo e notei que Michael acariciava a minha barriga para me tranquilizar.

— Humm… O seu guarda costas? Não deixa nem passar o segurança? Não estou lhe reconhecendo Mira. Comigo era toda certinha. Mas a compreendo. Com um homem deste ai acho melhor pegar o segurança mesmo. Terry falou rindo alto e desliguei jogando o celular na parede.

Eu me levantei rápido e meio sem jeito e respirando fundo procurando ar. Como eu o odiava. Se alguma vez na minha vida me arrependi de algo. Terry era este algo.

— Acalme-se meu amor. Pense que amanhã tudo isso termina. Michael falou me abraçando apertado e me levando de volta para a cama.

Fizemos amor naquela noite meio que sem jeito, mas Michael sempre se superava. E me fazia voar os mais altos dos voos.
No outro dia as coisas estavam meio tensas. John estava em pessoa cuidando de tudo, havia acionado o detetive junto com a polícia. Que como um esquema de guerra aprontavam o shopping sem alertar as pessoas.
Como sempre era visto as informações de onde Michael ia sempre escapavam a mídia e isso era um coisa que eles a anos tentavam saber como eles descobriam.

— Está pronta? Michael falou me vendo olhar para eles quando colocavam uma escuta em meu casaco.

— Não. Mas eu farei. Preciso me livrar dele. Eu falei o abraçando apertado e sentindo o meu corpo tremer.

— Está tremendo. Eu não vou fazer mais isso. Deve ter outro modo. Não vou expor você e meu filho. Vou dizer a John que cancele tudo isso. Ele falou procurando John pela sala e me abraçando firme.

Eu senti meu filho se mexer e respirei fundo.

— Não Michael. Eu irei até o fim. Eu falei pegando o seu rosto com as minhas mãos e o trouxe perto dos meus lábios e meus olhos.

— Sabe que não precisa fazer isso. Ele falou querendo lagrimar na minha frente.

— Seja forte por mim. Por seu filho. Vai sair tudo direito. Eles vão gravar as ameaças e a extorsão. Daí vocês os pegam. Eu estarei bem. A polícia vai estar lá. Mark vai esta lá. Então vamos confiar. Eu disse o beijando e notando que ele me apertava em seus lábios e seus braços e percebi John pigarrear atrás e nós.

— Michael está tudo pronto. E Mira. Não tire este casaco por nada neste mundo. John falou mostrando que todos já estavam prontos e me entregou o suéter.

Eu o olhei nos olhos de John e Michael e peguei o casaco e o vesti, testamos mais uma vez e saímos em direção ao shopping. O esquema estava feito agora só nos restava ele cair na armadinha.

O caminho todo Michael me retinha em seus braços beijava os meus lábios com carinho e acariciava o meu ventre com esperança que aquilo terminasse hoje.
Quando chegamos ao shopping a segurança foi reforçada. Os fás o amavam mesmo. Eu de óculos escuros lenço nos cabelos tentava da melhor forma me desviar das câmeras e da mídia que estava insana.
Michael protegia a minha barriga como ninguém e ali confirmávamos ao mundo que nosso filho existia. E a impressa do mundo enlouqueceria daquele dia em diante.
Como tínhamos previsto Michael ficou enfiado em autógrafos e sorrisos. Mas não tirava os seus olhos por debaixo de seus óculos escuros de mim. A segurança sabia o que fazer e assim eu sai devagar.
Desci os elevadores dos fundos, mas com Mark disfarçado do meu lado.
Ele fingiu que ia para o seu carro que coincidentemente estava do lado daquele infeliz. Pois ele o vigiavam a dias. Então sabiam de todos os seus paços.

— Há! Você demorou? Está querendo que ele saia sem eu o pegar? Preciso de boas fotos desta vez. Ou a edição vai me matar. Terry falou segurando o meu pulso quando cheguei perto.

— Me solte. Não ouse me tocar. Eu vim aqui para de uma vez por todas dizer que me deixe em paz. Que não vou dar dinheiro a você e que não vou trair Michael contando a sua vida privada. Se quer saber dele leia jornais decentes. Eu disse dando um paço para trás e ele se enfureceu.

— Escute aqui sua golpista. Não me venha reger princípios. Tenho certeza que ele não vai amar saber que a mulher que carrega um filho dele. Já foi dançarina de boate. Ele falou vindo em minha direção e pegou o meu braço com força.

O meu coração gelou com aquilo e coloquei a minha mão na minha barriga em sinal de proteção ao meu filho.

— O que quer tanto? Por que faz isso? Eu disse não conseguindo conter as lágrimas e senti algo arder nas minhas costas.

— Eu quero que me de todo o dinheiro que conseguir com seu golpe. Não vai precisar dele depois que seu filho nascer. Ele vai lhe sustentar pelo resto da sua vida. É só você pedir. Por que se não o fizer. Não viverá para ver seu filho crescer. Terry falou apertando ainda mais o meu baços e senti uma dor horrível me assolar a minha barriga.

— Terry não estou me sentindo bem. Chame a segurança. Eu disse me segurando em um dos carros e notei Mark sair as presas do carro que ele estava.

As minhas vistas escureciam rápido e uma falta de ar me abateu.

— Não seja estúpida. Não vou chamar ninguém. E pare de fingir ou eu vou…. Mas Terry não teve tempo de dizer ou fazer o que faria Mark o jogou contra o carro e deu voz de prisão.

— Está preso por ameaças extorsão e agressão. E mais uma infinidade de coisa que terei o prazer de lhe falar bem devagar quando estivermos indo em direção a delegacia. E também lerei os seus direitos que tenho certeza que não lhe valeram de nada. Mark falou o algemando e notei Michael, John e mais um monte de seguranças e policiais vir em nossa direção.

— Miranda! O que sente? Michael falou me vendo me abaixar devagar encostada no carro.

— O bebe Michael. Ele dói muito. Ele não pode nascer agora. Ele não pode vir agora. Eu disse chorando e Michael se desesperou.

— John pelo amor de Deus! Traga o carro. Meu filho não pode nascer agora. Avise Alex. Michael gritou comigo em seus braços.

Mas a dor só aumentava. E minhas pernas ficavam fracas. Mas pude notar Terry ainda sorrir para nós enquanto entrava na viatura.

— Vai perder a galinha dos ovos de ouro Miranda! Que pena. Terry falou dando risadas e notei Michael me soltar nos braços de Alan e foi até o carro de polícia.

— Se ela perder o meu filho. Nunca mais vai ver a luz do dia. Isso eu lhe prometo. E se isso acontecer. Não se incomode. Pois farei outro nela de qualquer forma. Sabe por que? Por que a amo. E sou muito mais homem do que você pode ser um dia. Michael falou o pegando pelo colarinho o erguendo e o imprensando contra o carro da polícia com violência.

Terry se assustou com a reação dele e tentou argumentar.

— Hey! Não estão vendo isso aqui? Isso é agressão! Eu não posso me defender! Eu estou algemado. E ele me intimidou me empurrou e me agrediu. Eu posso processa-lo. Vocês estão vendo! Terry falou olhando para Michael e também para aos policiais que estavam ao nosso redor e notei o carro de Michael chegar.

— Pode falar a vontade. Eu não vi nada. E quem acreditaria que Michael Jackson lhe agrediu. Não é vocês que falam que ele é gay e afeminado? Que repórter mentiroso! Não se pode confiar nos tabloides. Mark falou o pegando das mãos de Michael e o jogou no banco detrás da viatura e notou que os outros policias também não diriam nada.

Mas eu dei um gemido mais alto e Michael se voltou para mim. Naquilo John e Roger já abriam as portar para entrarmos.
Alan me entregou nos braços de Michael que parecia desesperado agora e saímos em disparada para o hospital com a polícia fazendo a nosso escolta. O que se seguiria naquele hospital já era previsto, mas que nos ensinaria que mais uma vitória conseguíamos.

 
Advertisements