28. CAP….

Eu pode ver de longe a carinha dos filhos de Michael e juntamente vi Max correr para me lambuzar com sua saliva gelada.

— Nossa! O papai voltou. Ele voltou! Paris disse correndo e vindo até nós de braços abertos.

— Oh minha princesa. Que saudades de você também. Michael disse a colocando em seu colo enquanto Prince vinha correndo.

— Pai! Até que em enfim veio. Não agüentava mais Blanket achando que era o dono de tudo. Abraçando Michael ele resmungava.

— Papai você trouxe Miranda de volta? Blanket veio correndo e Max o seguindo em direção a mim.

Eu abri os braços e me abaixei. O menino me amava.

— Meu grande cavalheiro e parceiro. Obrigada viu? Deu tempo para eu ver minha mãe sabia? Eu disse o abraçando forte e sem querer o ergui no colo.

— Oh não Blanket! Não sabe que não pode! Mira esta com nosso irmão aí. Paris disse chateada e Michael sorriu todo bobo para mim.

— Ele é meu também. Blanket disse enchendo as bochechas de ar.

— Dã Blanket. Ela disse nosso irmão. Não nota? Prince parecia estar certo de tudo.

Michael veio até mim enquanto eu abraçava Max sorrindo daquele amor que eles depositavam ao meu filho.

— Eles te amam também. Ele me ergueu e entrou comigo nos seus braços.

— Posso dizer que amo a companhia deles. Principalmente do menor. Ele é um charme. Eu disse vendo Max correr atrás deles.

— Temos que ficar de olho nele. Se não! Me toma você. Ele disse me olhando daquele jeito e eu amei aquilo.

— Não seja tolo. Estaremos bem, acredito nisso. Eu falei com uma voz um tanto apaixonada e me limitei a olhá-lo.

— Sim estaremos. Ele disse me olhando nos olhos e me puxou para um beijo na frente de todos.

Ouvimos as crianças zoarem com a agente.

— Ah papai beijou Mira. Olhe Rita olhe! Paris saltitava feliz para Rita que vinha nos receber.

Prince nos olhava sem jeito. Só mesmo Blanket que estava sério. Mais o pouco que conhecia dele ele estava feliz.

— Crianças? Parem com isso. Michael disse me abraçando todo envergonhado.

— Miranda. Fico feliz que tenha voltado. Ela disse vindo até mim e me abraçando.

— Também estou feliz por voltar Rita. Obrigada por cuidar de Max. Eu disse sabendo que ela que tinha dado comida para ele aqueles dias.

— Disponha querida. Obrigada por fazê-los felizes. Ela cochichou em meus ouvidos antes de sair de nosso abraço.

Eu a olhei feliz e sim parecíamos uma família naquela hora. Michael saiu em disparada correndo atrás dos filhos e notei que ele era sim, uma criança quando queria.

Ninguém ia acreditar naquele jeito dele correr brincar e gritar com as crianças. Só pedia dentro de mim que ele fosse assim com o pequeno que mexia agora e me fazia tocar na barriga. Ele estava agitado desde quando saímos.

— Esta tudo bem senhora? Me parece com dor. Roger disse me olhando com um rosto atento e eu sorri.

— Eu estou bem sim Roger. E sabe é bom lhe ver de novo. Dei uns tapinhas nos ombros dele e ele sorriu.

Tinha certeza que ele lembrava de mim de quando eu chegara. Estranha, louca e explosiva. Mais também não sentia falta daquele tempo.

Subir as escadas de uma mansão que não era minha e ver crianças correndo pelo corredor com um pai mais que perfeito que também ainda não era meu, me fazia sentir em casa.

— Miranda fale para Michael que eu vou dormi em um dos milhares de quarto que ele tem aqui. Não me sinto bem. John disse indo em direção a cozinha.

— Tudo bem. É só não exagera na bebida de novo. Eu disse vendo ele fazer uma careta para mim e entrar para o corredor que levava aos fundos da casa para tomar algo.

— Ha, ha, ha… Muito engraçado! Agora que esses dois estão juntos Rita. Me prepare um chá urgente. Ele disse choramingando atrás de Rita que só ria.

— Me acompanhe senhor Branca. Ela disse escondendo um sorriso.

A cara dele estava péssima. Eu sorri com a ressaca dele e fui andado até meu quarto. Certas sensações eu não havia sentindo ainda, mais passar pelos quarto dos filhos de Michael e ver ele pular com as crianças na cama me fazia imaginar novamente ele com nosso filho.

Entrei no meu quarto tirando aquele vestido que estava pregado em mim. Minhas pernas começam a doer e notei meus pés um pouco inchados.

Tranquei a porta e fui tomar um banho. Eu fiquei ali lembrando das coisas que minha mãe junto com Lucas tinha dito.
Embora eu soubesse que nem Michael nem minha família estavam errados, eu sabia que a minha vida ia ser mudada.
E em um abismo de preocupações e pensamentos me invadiram quando eu estava debaixo da água na banheira.

— O que seremos daqui alguns meses meu amor? Eu disse passando as mãos na minha barriga e sentindo ele mexer.

— Max garotão. Ele mexeu para você. Eu disse vendo ele por suas enormes patas na beira da banheira e observar minha barriga.

Ele era um cão inteligente e diziam alguns pesquisadores que eles sentiam a vida ali dentro.

Depois de uns minutos ali eu sai e fui me enxugar. Deitei e pensei em coisas boas e respirei fundo. Mais do nada veio Michael na minha mente.

Eu notei que sentia falta dos toques dele e por uma coisa incrível ou coisa da minha fantasia, que cada vez que pensava nele o bebê mexia.

— Ai bebê assim machuca. Eu disse passando a mão no lado direito da minha cintura desfazendo algo que parecia um nó ali. Era ele.

Virei do outro lado e nada dele parar de mexer, notei que aquilo começou a tirar meu ar e me levantei.

Fui até a porta e a abri devagar, Michael não estava ali então desci para procurá-lo. Às vezes dormíamos juntos às vezes não, então esperar por ele toda a noite era meu carma mais adorável.

As luzes da biblioteca enorme dele estavam ligada e fui até lá, para me deparar com uma figura lindamente calma e serena. Como um verdadeiro lorde.

De roupas finas azuladas e de seda, um óculos de grau sutilmente contornando aqueles traços que me encantavam e me deixavam louca ali onde eu estava.

Deus! Como ele parecia sexy e saboroso ali lendo algo sem graça. Resolvi entrar.

— O que tanto lê? Eu disse aparecendo na porta e o vi mexer apenas aqueles olhos com aqueles cílios longos e finos.

—Estou lendo “O que não dizer para seu filho”, É um livro muito bom. Ajuda a não sermos relapsos com nossos pequenos. Ele disse molhando a ponta dos seus grandes e grossos dedos na língua.

E eu acompanhei o movimento com água na boca.

—Hum… E para que lê se já tem filhos grandes? Tá parecendo pai de primeira viagem. Eu disse me escorando e parando em sua frente na mesa.

— Eu gosto de curtir todos os momentos. Por mais que muita mulher não acredite nisso, sou um pai presente. Ele disse ajeitando os óculos e se mantendo firme na leitura.

— humm….. Isso é bom não é? Eu perguntei com aquela minha cara mais sedutora possível e o vi morder os lábios ao ver notando minhas intenções.

— Oh garota! O que faz aqui essa hora? Ele disse me olhando ali parada e se desfez dos livros e observou minhas pernas pousadas no braço da cadeira dele.

— Ora nada. Meu pequeno bebê aqui não quer dormi e eu estou sem sonso também. Eu disse mexendo as minhas pernas para lá e para cá e estendi o vestido para ele pode ver minha barriga.

Ele ficou me olhando, seguindo só com os olhos e eu sorri por dentro. Ele não sabia negar o amor quando sentia.

— Deve se deitar logo. John aparece de vez enquanto andando sem camisa e todo metido se achando o gogo boy. Poderia subir? Ele disse seguindo minha barriga com os olhos e eu ria de sua tortura.

— Achei que poderíamos ficar aqui. O que me diz? Eu disse segurando em seus ombros fazendo ele encarar minha barriga.

Michael se tremeu dos pés a cabeça e em um estalo de dedos me pegou em seus braços e ficou milímetros da minha boca.

— Já ouvi por ai dizerem que eu sou louco por mulheres grávidas? Tenho uma tara por elas. Ele me beijou com tanta força e desejo que tombamos para cima da mesa.

Ele continuava com suas caricias em todo o meu corpo e parecia mesmo nem se importar comigo ali no meio da biblioteca e de barriga.

— Não esqueça de John? Eu disse vendo ele parar de me beijar e olhar para os lado.

— Tem razão. Vem! Ele disse pegando minhas mãos e descendo meu vestido.

— Dessa nem John Branca nem ninguém vai fazer eu para agora. Ele disse sorrindo para mim e correndo pelos corredores.

— Insano. Foi o que eu pode dizer ao me ver subindo as carreiras.

Quando chegamos no quarto eu mal pode fechar a porta ou vê-lo fazer tal ato. Seus beijos me encontraram assim que entramos e com um chute ele fechou a porta.

— Não seja tão louco assim. Eu disse rindo dele por que suas mãos eram rápidas e rasteiras e já podia me ver sem roupa perto dele.

— Não mandei me atiçar garota. Agora vamos tirar nosso atraso. Ele disse me pegando em seus braços e eu me agarrei nele cruzando minhas pernas em seu corpo.

Nos deitamos na cama devagar e pode notar as coisas começarem a mudar. Algumas medidas tinham que ser tomadas. Um amor de antes não era mais fácil de fazer.

— Ai! Não teremos de novo problemas com isso? Eu disse o beijando e acariciando sua parte sensível e o vi franzir o cenho de dor.

Mas uma dor prazerosa.

— Não vamos amor. Vamos fazer daquele jeito. Michael disse me apalpando o rosto com suas mãos e me beijando demoradamente, fazendo tudo acender.

Ele foi descendo seus beijos calmamente até onde seu filho estava e sorriu para mim com o carinho que fizera na minha barriga.

Se pôs sobre mim em um ato mais desejado por mim agora e eu o agarrei com todas as forças que podia. Estava fervendo por ele ali e o vi sorri pelo estrago que estava me causando.

— Calma. Esta ansiosa amor? Ele disse me beijando de leve e mordendo meus lábios.

— Oh meu Deus! Vamos logo com isso Michael. Eu disse o estimulando e o vi gemer e sorri em seguida.

Ele me pegou nos braços sem falar nada me fez sentar na cama. Ficou por trás de mim e me beijou toda a região das costas tocando nos meus seios com desejo.

Eu não queria mais agüentar aquilo então virei e o beijei varias vezes. Ele me tocou na cintura e me fez deitar em sua frente.

Eu o senti se ajeitar atrás de mim completamente descoordenado e com sua respiração sem controle. Mais daquela forma era a mais pratica a se fazer.

Eu ia junto com o comando dele que me impulsionava para frente e para trás em um misto louco de prazer com ansiedade e me parecia que tudo estava mais calmo, prazeroso e bem estimulado.

Deveria ser a tal da sensibilidade feminina.

Seus lábios no meu pescoço me fazia deitar a cabeça em seus ombros de delírio pela sensação dada.
Eu comecei apertá-lo pelas pernas quando senti que o prazer que tanto queríamos sentir naquele dia vinha e me joguei no abismo ali mesmo.

— Não precisamos ser indelicados. Seja cautelosa. Michael disse aos sussurros.

E para piorar a minha situação ele disse aquilo me apertando mais e investindo mais fundo e bem devagar.

A vontade que eu tinha era de gritar de prazer.

— Michael … Não me torture assim… Eu disse tocando na nuca dele e sentindo seus beijos mais apaixonados invadir meus lábios agora.

— Amo te levar as altura Miranda. Amo. Ele disse com as investidas mais rápidas mais mesmo assim mantendo elas profundamente em mim.

Eu o ajudei segurando em seus braços que estavam na altura dos meus seios que me puxavam para trás.
Seus quadris deslocados se mexiam atrás de mim como algo jamais visto ou sentindo por todas as vezes que tínhamos feito amor. E eu sabia que não demoraria muito a chegar ao êxtase.

Eu não tive como conter meus gritos de prazer e perto dos meus ouvidos o hálito quente dele me trouxe seus gemidos do fundo da garganta.

E uma explosão diante de nossos corpos se fez. Michael parecia estar no deserto do Saara, onde sentia seu corpo deslizar em minhas costas de tão soado que estava.

Eu notei que tinha o ferido nos braços de tanto que os apertei e também senti o peso do seu corpo no meu.
Mesmo assim, ainda estávamos um no outro, ele adorava sentir as ultimas sensações e fazer fisgar em mim as ultimas gosta de prazer.
E eu gostava.

Ele saiu de dentro de mim com calma levantou minhas pernas bem devagar e me deitou de frente para ele.

— Esta bem? Ele disse com tanta preocupação, medo que eu sorri no mesmo estante.

— Estou. Melhor impossível. Se superou senhor Jackson. O que foi isso? Eu disse o beijando e depois ele com carinho tirava meus cabelos da face.

E notei também que ele estava um estrago ali diante de mim.

— Disse que íamos dar um jeito. E Oh Deus… Estava louco para ter você. Ele disse me beijando novamente e fazendo tudo ascender de novo.

— Como pode ficar louco de tesão por mim? Eu disse sem cerimônia e vi ele sorri com a pergunta.

— Por que amo você. Gosto de você, gosto de sentir você em mim. Combina comigo. É forte no amor. E sim é essencial para mim. Ele disse Me olhando no fundo dos olhos e acrescentou.

— E me deu a oportunidade de ser pai de novo. Onde jurei que isso não aconteceria mais. Ele disse tocando nos meus lábios com os dedos e mirando no fundo dos meus olhos.

— Ele foi um acidente. Eu disse tentando esconder certos tabus que ainda me cercavam.

— Não. Não fale isso de novo. Ele escuta sabia? Ele pareceu se aborrecer comigo mais notou minha angustia.

— Eu o amo muito esse bebê. Foi o que eu disse antes de começar a lagrimar.

— Nós amamos ele. Ele disse terno e carinhoso e me beijou novamente.

Michael além de uma ótima pessoa era incrível nas palavras e nos gestos. Fizemos loucuras ali no quarto por outras duas ou três vezes.

De um jeito feio, desconjuntado e muito engraçado mais fizemos. Dormi com ele me falando coisas agradáveis e cantando musicas para nosso filho.

Mais meu celular me despertou no meio da noite. E não vi que uma preocupação a mais rondaria meus pensamentos agora.

 
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