25. CAP…..

Depois de alguns passeios com Lucas pela minha linda cidade do Paraná me senti novamente em casa e fazendo parte daquele meu lindo país.
Ah Brasil….. Um lugar quente e com um povo honesto e caloroso. Lindo por sua bela floresta e beleza natural.
Um berço de lindas riquezas e com uma etnia e beleza jamais vista. Um lar para os mais loucos e admiradores da forma humana.
A mulher Brasileira.
Logo um dia se passou ali. As coisas boas sempre se iam como um vento forte e eu já lembrava de Michael agora com mais freqüência.
— Bom dia meu amor? Lucas disse me ajudando a descer da escada enquanto eu sentia aquele cheiro de bolo.

— Hum… Bom dia. É de chocolate? Eu disse esticando os olhos para a mesa linda que eles tinham arrumado.

— E com calda de coco como gosta. Vamos, sente aqui e com cuidado. Lucas disse me tocando nas costas um pouco mais abaixo.

Se Michael visse aquilo. Uma guerra mundial se faria. E dei um leve sorriso com os meus pensamentos. Eu estava morrendo de saudades dele agora.

— Hum… Espero que esse homem goste de nossa hospitalidade. Por que não temos comida pesada, nem aqueles cereais como comida de passarinho. Minha mãe disse trazendo o café.
— Michael come muito bem quando quer mãe e muita besteira também. Eu disse servindo uma xícara de café com leite.

— Então me diz, quando ele vem mesmo? Lucas disse me olhando nos olhos e sorrindo.

— Ele disse que no máximo dois dias. Estamos no inicio do segundo. Creio que ele deve ter tido problemas. Eu disse abocanhando aquele bolo com vontade.

— Hum…. Então enquanto ele não vem e estamos aqui para lhe fazer sorri. Vamos hoje arrumar o jardim da tia Ana? Está tudo muito sujo ali e confesso que estou pensando em fazer um canteiro. O que acha tia? Ele disse olhando para ela bem em pé na pia.

— Oh meu querido. Acho perfeito. Lucas como sempre prestativo e muito educado Miranda. Deveria notar mais em seu primo. Ela disse me olhando sorrindo e vi o sorriso cheio de esperança de Lucas.

Eu engasguei com o pedaço do bolo e minha mãe veio às pressas para me acudir. Lucas me tocou nas costas fazendo eu curva para tossir.

— Oh tia sabe como Mira é? Fica falando essas coisas. Ele disse preocupado e ao meu lado com certa aflição.

— Ora não é mentira que não me agrada que ela esteja com aquele homem de gênero discutível. Ela disse como eu tinha dito a ele um dia e me senti mais mal ainda.

Eu sai correndo para o banheiro e vomitei tudo. Eu estava decida agora a mostrar que Michael era uma coisa boa para mim. Estressante claro, mais boa, para mim e meu filho.

— Mamãe pode por favor parar de falar do pai do meu filho desta maneira? Eu gosto dele! Eu disse sentando no vaso e respirando fundo.

Nem eu acreditava muitos em minhas palavras agora. Por que eu dizia que gostava dele? Algo não batia com meus pensamentos.

— Sei que gosta. Ela disse limpando a mesa e vi Lucas vir até mim.

— Não ligue para titia sabe como ela é. Vamos para o jardim. Será bom para você. Ele disse pegando nas minhas mãos e saímos dali.

Eu fui com ele até o grande quintal que ficava nos fundos da casa mais dava para ter uma linda vista para outra rua. E aquilo me fez lembrar de quando eu chegava tarde da escola por jogar bola o tempo todo.

Lucas me colocou sentada na cadeira perto de uma cobertura e fiquei ali vendo ele tirar as rosas mais murchas e algumas mais lindas e novas para mim.
O vento que vinha do norte da rua era perfeito quente e ao mesmo tempo refrescante. Eu estava com muito calor aqueles dias então eu tinha me colocado um short jeans bem curto deixando minhas pernas longas e magrelas a mostra e um top de cor azul que só guardava os seios.

Eu estava com tanto calor que amarrei meus cabelos lá em cima fazendo um rabo de cavalo bem alto e andava pela casa com um leque de minha mãe.

Eu fiquei me abanando ali com o leque e comendo melancia. Lucas me olhava e dizia que eu era a grávida mais sexy que ele já tinha visto.
Deveria ser por que minha barriga mal aparecia e da forma que ela estava, era engraçado por ser muito pequena e pontuda.

— Onde será que coloco as tulipas e rosas? Ele disse gritando do fundo do quintal enquanto eu tomava um copo de água.

O décimo só durante três minutos. O calor estava mesmo insuportável aquele dia.

— Ah coloque na lateral de frente para a rua dos fundos. Eu disse apontando e vendo minha mãe me chamar.

Entrei na casa e a vi na porta escondida atrás da cortina. Estava curiosa e de olhos arregalados como nunca tinha visto.

— O que vê mamãe? Perguntei chegando perto dela bem devagar.

Por um breve momento achei que fosse Terry e meu coração gelou. Aquele infeliz ainda mandava mensagens indecentes. De que inferno ele avia escapado?

— Shiiii. Fique quieta, que isso não se acontece todo o dia. Ela disse levantando a câmera de tirar fotos e mirando para fora.

Eu entendi o que se passava e corri para janela, e foi quando eu quase cai para trás sentada no sofá.

— Tenho como mostrar a Carlota que Michael Jackson veio até minha casa e ficou aqui. E é meu genro. Ela disse rindo e eu me tremendo dos pés a cabeça por conta de sua linda imagem ali em baixo na porta de casa.

Michael estava com aqueles óculos sexys dele e com uma jaqueta preta de lindos detalhes. Uma calça preta e aqueles elegantes sapatos.
O vi fechar a porta todo marrento e ele tirou os óculos. Logo vi seu amigo se abanando e tirando a gravata.

Aquele clima era demais para eles. E até esbocei um leve sorriso pela agonia de John.

— Lucas querido entre e venha cá. Minha mãe gritou feliz e eu ainda estava em choque.

— Ele já chegou? Eu disse levantando de novo e olhando com cautela.

— Sim querida. E veja como ele é chique mesmo. Minha mãe falava toda feliz e eu entendia.

Michael tinha esse efeito nas pessoas. Por mais que o criticasse sem conhecê-lo.

— Oh minha nossa! Eu estou assim! Ele vai me matar. Eu sai correndo para o banheiro tomar um banho e para me arrumar para ele com algo mais apresentável.

Mais quando passei pela porta dos fundos as pressas, Lucas descia as escadas todo forte e mostrando seus músculos para atender a campainha.

Eu olhei para minha mãe que entendeu meus olhos aflitos para a forma que Lucas ia atender eles e gelei.

— Lucas! Volte! Eu e minha mãe corremos para o início da escada mais já era tarde.

Eu o ouvi arrastar seu inglês por mais que não fosse de boa pronuncia dava para entender.

E olhei para minha mãe que me olhou com pena e notei que aquilo ia feder.

— M i r a n d a. Procuramos esta moça, conhece? John disse do lado de fora da porta e olhando Lucas com atenção me mostrando uma foto minha.

— Eu entendo o senhor. Não precisa soletrar como se eu fosse um doido. Não falo muito bem mais entendo. Mira esta aqui sim por quê? Lucas disse abrindo mais a porta por que Michael entrou em disparada procurando por mim.

— Onde ela esta? E quem é você rapaz? Michael olhou para as coisas de minha mãe com cuidado e notou que era uma casa simples.

Lucas olhou aqueles dois homens de uma veste elegante e fechou a porta com um certo despeito.

— Sou Lucas primo de Miranda. Prazer, você pelo jeito, pelas roupas e pela sua cara deve ser Michael. Michael Jackson. Lucas disse estendendo a mão para Michael que retirou os óculos com cuidado e o olhou dos pés a cabeça.

Odiou o fato de Lucas esta sem camisa. Isso dava para ver de longe me seus olhos morteiros.

— O único que o mundo conhece. Muito prazer. Onde esta Miranda? Preciso levá-la. Agora! Michael disse chegando mais perto de Lucas e o observando com olhos reprovadores.

— Oh Mira. Mira desça já aqui! Lucas disse dando a volta em Michael e em John que o fez chegar mais perto de Michael.

— Eu não gostei do jeito que esse rapaz nos olha e chama por ela. Ele é marido dela por um acaso? John disse sussurrando e Michael estalou para sua observação.

— Já encobriu um assassinato John? Michael disse olhando para as escadas.

— Tá maluco de vez? Claro que não!John disse assustado.

— Então se falar mais uma vez isso. Mato esse sujeito. Faço você me encobrir do assassinato e depois te mato! Ele disse furioso.

— Mira amor, ele chegou. Lucas disse cruzando os braços e ficando perto da escada.

— Amor na nossa língua não é amor de amor? Branca disse pensativo e Michael o olhava bravo.

Deus! Aquilo piorava já de inicio.

— Cala essa boca! Miranda! Oh Miranda é Michael venha aqui! Michael falou em um tom alto.

Eu olhei para minha mãe mais uma vez com uma tremenda cara de aflição e ela sorriu para mim. Tínhamos que encarar o ídolo pop afetado ali em baixo.

Eu e minha mãe descemos juntas e notei a euforia dela. Mais a minha era diferente. Eu sabia o que ele ia fazer e como ia se comportar.

Quando ele me viu notei os olhos de John saborosos para mim e notei Lucas observar Michael constantemente.

— Oi Michael? Eu disse descendo as escadas e me sentindo nua na frente deles. A forma como eu estava ele já tinha visto, mais sabia que odiava aquilo na frente dos outros.

—Miranda? Oh Miranda quer me matar é isso? Quer me deixar louco e fazer uma loucura? Michael veio em disparada até mim e notei que minha mãe John e Lucas se surpreenderam com seu afeto.

— Eu estou bem. Só resolvi vir aqui. Disse que não ficaria ali. Eu disse abrindo os braços e o recebendo em mim.

Ele me abraçou com tanta força que nosso filho se incomodou.

— Me diga que não se feriu, que meu filho esta bem. Comeu alguma coisa? Foi ao medico? Sentiu algo? Oh meu Deus! Ele mexeu! Ele disse me abraçando de novo sem me deixar falar ou respirar.

E eu amei aquilo nele. Parecia ser sincero.

— Estamos bem. Ele se mexe muito. Eu disse sorrindo e o vi se abaixar e beijar minha barriga e a esquentar com aquelas mãos enormes.

— John! Oh meu Deus John ele mexeu! Agora neste instante! Michael disse olhando para John e me assustando com sua euforia.

Para deixar seu pai mais bobo o bebê se mexeu de novo fortemente e eu fiz uma certa careta.

— Oh meu amor. Fique quietinho na mamãe. Assim a maltrata. Ele disse me abraçando de novo e me beijando constantemente.

Aquilo só poderia ser um sonho. Há como eu desejava que fosse. E me peguei me sentindo feliz.

— Michael acalma-se estamos bem. E veja estou bem a vontade aqui. Aqui é quente. Eu disse fazendo ele notar que minha barriga estava bem a mostra e minhas pernas também.

— Wow…. E como esta a vontade hein? Adorei o top. John disse nos olhando e sorrindo para mim.

— Quer para com a palhaçada John? E eu notei sim mocinha. Deveria se vestir melhor. Michael disse me contendo em seus braços e me deixando mais apertada nele possível.

Eu sorri com aquilo. Como eu amava o seu cheiro agora. Os seus braços faziam o meu sangue ferver agora.

— Quero que conheça minha mãe e meu primo. Mais Lucas você já o conhece. Disse olhando para minha mãe que observava Michael com cautela.

— Sim o conheci. Michael disse olhando para Lucas com total desagrado e me pegou na cintura me colocando em sua frente, fazia carinho na minha barriga e John revirou os olhos com tal ato protetor e machista.

— Bom senhor Jackson. Eu sou Ana Morgan mãe de Miranda. A sua garota grávida. Minha mãe disse estendendo as mãos e notei Michael se espantar pelo inglês perfeito dela.

— A senhora me entende? Michael disse abismado.

— Professora de inglês. Onde acha que Mira aprendeu tudo o que sabe? Ela disse olhando para ele que me olhava abismado ainda e apertaram as mãos.

— Então já que me entende me explique a expressão “garota grávida”. Sei o que fiz a sua filha senhora Morgan. Mais não mostro arrependimento momento algum. E não gostaria que lhe titulasse. Miranda e eu temos um trato. Algo resolvido. Michael falou pausadamente.

Eu o ouvi com atenção e vi Lucas revoltar-se cruzando os braços pela fala de Michael. Minha mãe o observou com cautela e John ficou esperando as alfinetadas.

— É nisso que penso senhor Jackson. Minha menina esta grávida do senhor. Isso não me agrada muito. Pelo seu estátus e sua reputação. Minha mãe disse seriamente e notei todos ficarem realmente calados.

—Mãe isso é coisa minha e de Michael. Gostaria que não falássemos disso agora. Eu disse triste e me sentindo usada e como uma peteca.

Sendo jogada para lá e para cá. Em cada mundo de cada um ali.

— Não. Esta tudo bem Mira. Entendo sua preocupação. Eu engravidei sua filha. Michael falou a olhando fixo.

— É. Que bom que não esqueceu. Lucas disse o interrompendo e Michael o olhou furioso.

Eu queria sair dali correndo agora. Jamais pensei passar por isso.

— Como eu dizia, eu tenho noção senhora Morgan dos fatos que aqui discutimos. Mais quero que veja meu lado também. Eu dou a ela tudo que é para dar e ter. E jamais a deixaria desamparada. Ele disse me olhando e notei que me sentia segura com ele agora.

E apertei seus braços mais ainda em volta de minha barriga.

— Hum. Ela nunca gostou de riquezas. É uma menina simples. Minha mãe insistia na conversa.

—É? Mais adora os vestidos mais caros que damos a ela. Michael comprou um monte semana passada. John soltou aquela informação sem querer e minha mãe me olhou furiosa.

— Mãe Michael é… Ele é … Eu mal conseguia falar em minha defesa.

— Sou rico sim senhora. Tenho dinheiro para mim e para um país se queres saber. Mais isso não me faz melhor que os outros. Ele disse parecendo determinado diante dos olhos de Lucas e minha mãe.

— Entendo. Então Mira! Diga logo para ele que não quer ir, que quer esperar aqui até o bebê nascer. Lucas disse chegando mais perto e Michael me virou para o lado oposto.

Para ficar longe de Lucas o mais rápido possível.

— Bem eu acho que agora… Eu disse confusa mais minha mãe se pôs a frente.

— Só irá quando eu deixar. Sou sua mãe e ainda sim a mando. Então entremos para tomar um chá ou algo assim. Minha mãe disse entrando na cozinha e Lucas a seguindo com um sorriso aberto para Michael.

— Oh não! Eu não vou ficar aqui neste calor Michael tem um ar condicionado ou algo assim?John disse tirando a parte de cima do paletó.

— Só em meu quarto e de minha mãe. O de Lucas não tem. Eu disse vendo ele derreter.

— E esse sujeito fica aqui? Dormiu aqui todos esses dias? Michael me largou de seus braços e me encarou com as mãos na cintura como se eu fizesse um adultério.

— O quer que eu faça ó grande astro. Ele mora aqui sabia? Eu disse entrando na cozinha e vendo minha mãe preparar a comida para o almoço.

— Vamos embora agora Miranda e não me faça repetir isso. Michael disse me seguindo e olhando minha casa um pouco assustado.

— Já disse que ela não irá senhor Jackson. A não ser que eu veja que é seguro para ela. Então. Ficaria contente se ficassem para almoçar. Minha mãe disse olhando para ele e para Branca que mexia nos bibelôs que tinha na prateleira de entrada.

Deus! Que agonia. Eu não sabia mais o que fazer.

— Eu agradeço, mais já comemos e eu realmente quero levá-la. Michael disse atordoado com a guerra que se fazia e pediu ajuda de Branca para enrolar ela.

— Sim senhora Morgan. Como advogado dos dois, devo lhe dizer que ela tem uma consulta muito séria daqui uns dias. E tem que estar lá. Ele disse encolhendo os ombros por que Michael o recriminava pela resposta boba que dava.

— Ora que bom. E como é um excelente advogado conseguirá transferir a consulta dela para o medico dela aqui da cidade. Sei que é capaz. Ela disse sorrindo como eu sorria quando fazia algo desagradável e Michael constatou de onde eu tinha tirado aquela cara de soslaio.

— Okay Michael venha conhecer a casa. Eu disse tirando ele daquela briga de galo e minha mãe sorriu com a cara que eles faziam.

Lucas me olhava sempre que podia e Michael se colocava na minha frente. Branca conversou um pouco com minha mão e logo estava super amigo dela. Para desagrado de Michael que achava que perdia um aliado na batalha para me levar dali.

— Então seja mais paciente esta parecendo um velho chato e muito resmungão. Eu disse trocando de roupa para almoçar.

Eu tinha acabado de tomar banho. E não queria que ele invoca-se mais com as minhas vestes, então eu tiraria o mais rápido possível.

— Pois deveria me entender. Isso é jeito de ficar aqui e essas são vestes de ficar aqui? Com este homem a lhe vigiar? Eu tenho que ficar de olho. Eu odeio os olhos dele. São azuis? Ele dizia olhando pela porta do quarto com ela entre aberta xeretando minha mãe, Branca e Lucas que de vez enquanto entrava na casa todo sujo de areia.

— Eu estou na minha casa e assim eu fico do jeito que quero. E oh! Pelo amor de Deus! Pare de vigiá-los. Eu disse revirando os olhos.

— Eles não me amam. Eles me odeiam. Ele disse saindo de perto da porta e vindo até mim com uma cara de mimo.

Deus! Como ele era lindo assim. E senti meu sangue ferver de volta.

— Isso vai passar. Vamos aproveitar enquanto eles não sentem nossa falta. Eu estava com saudades. Eu disse olhando sorrindo para ele que estalou seus olhos nas minhas intenções.

— Até que enfim. Eu estava louco de saudades de você. Pensei que não ia mais ser minha. Ele disse vindo rápido para me abraçar e me deitou na cama com rapidez.

— Calma. Não faz barulho. Minha mãe escuta tudo. E por favor. Se contenha nos gemidos. Eu disse recebendo dele beijos em todo o corpo onde ele parou bem na minha barriga e me beijou varias vezes.

— Não me peça para não lhe amar. Eu estou louco por você. Foram duas semanas. Ele disse todo desajeitando com medo de me machucar.

— O que posso fazer se você é um tarado sem vergonha. Eu disse me ajeitando debaixo dele e o puxando para meus lábios que os mordi com vontade.

— Ah que saudade suas garota. Ele disse afastando minha blusa e beijando meus seios me fazendo já perder o rumo das coisas e me fazendo querer ele ainda mais.

— Não enrole Michael. Vamos! Me mostre para que veio. Mostre para mim. Eu disse tocando em seu membro e notei que estava armado como nunca.

— Vai me matar me tocando assim. Ele disse tirando sua roupa e voltando para cima de mim me beijando como nunca.

Eu arfei quando o senti apertar em mim seus desejos e notei que íamos nos devorar ali mesmo. Michael me puxou pela cintura sorrindo para mim e me mantendo perto dele o máximo possível.

— Nossa! Parece que ficou mais sexy e mais saborosa com a minha ausência. Me enlouquece com essa barriga. Ele disse finalmente se desfazendo das calças e deitando sobre mim para começarmos a nos amar.

Mais quando ele ia se satisfazer da agonia …

— Mira… Mira a perversa. Vamos almoçar. Titia já esta lhe aguardando na mesa. Lucas me chamava constantemente batendo na porta.

Eu nunca tinha visto um olhar tão furioso de Michael e seu membro murchar de uma hora para outra.

— Eu vou matar este cara agora. Eu vou matar esse seu primo Miranda. Ele disse pousando seu rosto em meus ombros enquanto eu ria sem parar de sua desanimação.

—Não. Esquece ele continue. Vem. Eu disse choramingando e vi uma ponta de animação de novo crescendo.

Mais novamente Lucas me chamou.

— Mira. Vou entrar pela janela como fazia. Vem logo sua chata. Ele disse ainda batendo na porta e Michael parou de me beijar e me olhou intrigado.

— Entrar pela janela como fazia?Michael disse me levantando e esperando uma explicação.

— Éramos crianças ora. Ele era meu melhor amigo. Eu disse pegando minha blusa e o vi procurar suas vestes no chão.

— Eu estou odiando essa estadia aqui, e olha que não tem nem 24 horas. Ele disse vestindo a blusa enquanto eu o devorava com os olhos.

Nossa! Michael nem parecia a idade que tinha. E senti meu corpo ainda se incendiar mais.

— Promete que tentaremos mais tarde? Eu disse cutucando o colo dele com as pontos dos dedos dos pés fazendo ele sorrir lindamente.

— Ah não faz assim. Não brinque comigo garota. Ele disse deitando de novo sobre mim e me invadindo os lábios com beijos sedentos.

—Mira vem logo. Vamos amorzinho. Lucas disse ainda insistindo naquilo.

— Amorzinho? Michael repetiu furioso agora.

Michael se levantou passou as mãos nos cabelos foi até a porta e a abriu com a cara mais feia do mundo.

— Ela já vai! Ele disse fechando a porta sem mesmo deixar Lucas falar algo.

—Não seja mal educado. Eu disse notando que nossa farra tinha acabado.

— Não dá. Não com ele batendo na sua porta. Quero ver mais tarde. Ele disse se olhando no espelho e me pegando as mãos.

— Tentaremos você prometeu. Eu disse mordendo os lábios e tocando na intimidade dele.

— Oh senhor me der forças. Ele disse me beijando e abrindo a porta.

Que nos fez deparar com Branca de braços cruzados. E nos olhando friamente.

— Não sou ator de cinema para fingir gostar das conversas da mãe dela. Eu odeio tricô e não suporto falar de novelas. Branca disse arfando de raiva e parecendo que ia morrer ali.

— Desculpe John. Mamãe é assim mesmo. Eu disse sorrindo e Michael escondendo uma gargalhada.

— E você sua louca. Vamos logo para casa! Ele soltou sua fúria e impaciência.

Ainda bem que minha mãe não tinha pego os álbuns de foto. Ele morreria ali de vergonha.

— Não vou! Eu disse saindo de perto deles.

— Ora como não? Miranda! Miranda! Venha cá. Michael disse sussurrando enquanto eu seguia para me juntar a mesa.

A mesa estava cheia de comida bem típica e vi John olhar com prazer para os pratos. Michael se sentou na minha frente mais quando viu uma cadeira vazia ao meu lado e ao mesmo tempo viu Lucas entrando logo se levantou e sentou ao meu lado.

— Espero que goste senhor Jackson. É uma comida típica daqui. Minha mãe disse servindo uma sopa para ele que ficou sem jeito e me olhou.

— Obrigada senhora Morgan. Não vejo a hora de comer. Ele disse pegando a colher e encarando a sopa.

— Eu quero! John disse sorridente e minha mãe parecia ter gostado dele.

— Não vejo a hora de comer essa sua sopa tia. É divina. Lucas disse entrando na casa e se sentando na minha direção.

Michael pegou minha mão e a beijou na frente dele que olhou de canto de olho.

— Lucas sempre gosta das suas comidas mamãe. Eu disse tomando a sopa e vendo Michael apenas mexer nela com a colher.

— Homem que é homem. Come sopa toda hora e quente. Ele disse limpando seu corpo e me deixando ver aqueles músculos lindos.

Michael notou meus olhares e ficou afetado. E resmungou feito velho enquanto tomava a sopa.

— Não tem camisa? Michael disse quase tomando a sopa.

— Eu não gosto muito. Aqui é quente e eu estou mesmo é me exercitando. Gosto de um corpo saudável e sarada ta ligado? Lucas disse mexendo um de seus peitos fazendo John cuspir a sopa rindo.

— Que legal cara. Como faz esse negocio ai? John disse sorrindo só para irritar Michael.

— É simples. Mira toca aqui. Ele disse me trazendo seu peitoral todo forte e eu sorri.

— Só concentra no músculo sabe e ai pronto. Mexe. Ele disse mexendo e fazendo eu sorri com o vibrar do peito dele nas minhas mãos.

E nem queria ver os olhos de Michael agora. Com certeza estavam no pescoço de Lucas e nos meus.

— Adorei. Eu disse com um enorme sorriso enquanto Michael me olhava agora com a cara mais séria do mundo.

— Eu acho um nojo! Ele disse tomando a sopa e notei seus olhos arregalarem e suas bochechas ficarem vermelhas e suas veias do pescoço tufarem mais ainda.

— Esta bem? Eu perguntei tomando mais um pouco da sopa e vi John o olhar atento.

— Não lhe agradou a sopa senhor Jackson? Minha mãe estava pronta para alfinetá-lo.

— Perfeita senhora Morgan. Perfeitamente Perfeita. Ele disse correndo para fora da mesa e indo ao banheiro.

— Michael o que tem? Branca se levantou e foi acudi-lo.

— Oh que lindo! O cara vai vomitar. Que coragem de homem hein? Lucas disse rindo enquanto eu o olhava séria.

— Não tem graça Lucas! Eu me levantei e ouvi minha mãe e ele sorrir.

Michael tinha vomitado tudo e estava verde como vara e me preocupei. Ele era sensível a certas comidas e climas e eu sabia que ali no Brasil ele estava sofrendo.

A noite caiu como uma cortina fria e gostosa. O clima abaixou mais e eu vi Michael respirar mais aliviado.

— Então Michael. Eu to indo para o hotel cara. Aqui é pequeno se é que me entende. John disse já pegando seu paletó e indo em direção a porta.

— Eu vou ficar. Não deixarei Miranda sozinha. Michael disse olhando para Lucas que estava sentado no sofá só de short.

— Ela esta salva. Eu cuidei dela esses dias que não estava. Lucas disse comendo pipoca e mordendo elas fazendo um barulho irritante e Michael fez careta para ele.

— Não seja ridículo. Vá para o hotel. Entendo que aqui não seja o melhor lugar do mundo para deitar-se, então pode ir. Eu disse empurrando ele para que fosse antes que minha mãe me chamasse.

— Não. Eu não vou! Ele disse pegando nas minhas mãos e mirando nos meus olhos.

E meu coração se encheu de alegria. E me peguei mais uma vez sonhando.

— Vá logo cara. A casa é segura para seu filho e ela. Lucas disse arremessando uma pipoca no ar e a abocanhando com rapidez e sorriu para Michael.

— Eu já disse que não vou ou é surdo? Michael o encarou e Lucas virou a cara e olhou a TV.

— Ok. Você que pediu isso. Amanhã eu venho e saímos desse lugar. John disse se despedindo e Michael me pegou pelas mãos e atravessamos a sala.

— Hei onde pensa que vai? Lucas disse nos olhando subir as escadas.

— O que ta parecendo seu metido? Eu vou deitar com sua prima. Algum problema? Michael se mostrava ciumento ao extremo e eu fiquei esperando aquela briga de testosterona acabar.

— Titia antes de se deitar deitou isso aqui para você. Lucas disse jogando um saco de dormi e um travesseiro para Michael que me olhou incrédulo.

— Michael não pode dormi com você Mira. Titia que disse. Lucas sorria para mim satisfeito.

— Como não! Não é novidade para nós. Eu disse sentindo uma vergonha enorme mais era de fato a verdade.

— Não sei. Só sei que titia disse que não quer desordem na casa dela. Eu estou de acordo. Ele disse cruzando os braços.

— Não acredito nisso. Eu vou falar com minha mãe agora. Falei furiosa.

O que era aquilo agora? E eu desejava Michael como nunca. Cheguei a contar os minutos nos dedos.

— Ela acha. Como eu acho. Que seu marido, genitor, protetor, amigo gay sei la… Deve dormi na sala. Lucas me olhou voltar e olhar para ele.

— Michael, eu sinto muito por isso eu vou resolver isso agora. Eu disse olhando para ele que mirava de olhos serrados para Lucas.

— Tá tudo bem. Afinal eu sou HOMEM e vou resistir a uma noite no chão. Já fui humilde uma vez. Bem mais humilde que possa imaginar. Ele disse encarando Lucas.

— Isso vai ser interessante. Lucas ria da cara dele.

— Michael não precisa fazer isso. Quero você comigo. Eu disse cheia de manha e acariciando seu peito.

Eu mal conseguia me conter de desejos para com ele. Será que toda grávida era assim? Credo!

— É para o bem de todos. Obedecendo sua mãe ela me deixa lhe levar. Então seja boazinha. Ele me deu um beijo desejoso me fazendo arder ainda mais por ele.

— Juro que agora eu quero ir. Esta ficando pequeno isso aqui. Desculpe por sair de lá daquele jeito. Eu falei me arrependendo de tudo agora.

Pela primeira vez eu me desculpava com ele. E sentia que nossa relação mudava com o tempo que estávamos ali.
E o medo de não significar nada para ele ia indo junto com as desconfianças.

— Okay. Prometo que amanhã iremos para casa amor. Ele disse me beijando bem devagar e eu senti na hora vontade de arrastá-lo para meu quarto com desespero.

Mais Lucas pigarreou e Michael revirou os olhos estressando-se.

— Vá. Ficarei bem. Sei onde é o banheiro e fique linda com meu filho lá em cima longe dele. Michael disse revirando os olhos para onde Lucas estava e eu sorri.

— OK. Diga boa noite para o papai bebê. Eu disse subindo as escadas e vi os olhos amistosos de Michael para mim.

Eu fui me deitar e nem pode vigiar aqueles dois. Eu só sabia que Michael estava lindo, sexy de pijama quando o vi tomar água na parte de cima da casa.

Ele estava vindo com freqüência e notei que era por conta do meu quarto. Ele estava me vigiando. Na terceira vez que ele me apareceu andando pela casa e olhando a porta do meu quarto eu o chamei.

continua…kisses in your hearts….

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