19 .CAP…..

“Calma Amor, calma”

Aquelas palavras estavam na minha cabeça desde que ocorreu o tumulto no estacionamento. Eu estava procurando em minha memória se ele tinha dito aquilo mesmo.

E só de pensar nos toques dele em minhas costas e acariciando para eu me acalmar. Eu ficava com uma vontade enorme de agarra ele em qualquer lugar.

— Pronto. Acho que com esses comprimidos ficara bem Miranda. Esta se alimentando e seguindo a lista? Alex disse me olhando bem nos olhos.

— Oh sim estou e parece que nada me faz bem. Tudo sai com a mesma facilidade que entra. Mais é assim mesmo não é? Eu disse lembrando do que ele me dizia e como me tocava.

— Sim. A primeira gravidez sempre deixa a mulher bem indisposta. Ele falou notando que eu não prestava atenção no que ele me dizia.

— Se perguntar algo vai me contar? Quer dizer me explicar? Eu falei receosa e vendo os olhos azuis dele ficarem receosos.

— Se for sobre a vida de Michael antes de você desculpe. Tenho contrato contra isso. Ele disse parecendo chateado.

— Não é isso! Não seja idiota! Queria saber por que sinto tanta vontade … Eu falei e olhei para os lados sem jeito e fiquei vermelha, por que notara minha bochecha ferver.

— Vontade de? Ele me olhou curioso e esperando minha pergunta.

— Vontade de fazer amor o tempo todo. Michael é um estranho maluco e pervertido. Mais eu o desejo como preciso de ar para respirar Alex. Isso é errado não é? Disse tão preocupada com a resposta dele que o vi soltar uma gostosa gargalhada.

Eu queria que o chão se abrisse para eu me jogar nele de tanta vergonha. Deus! Aquela não era eu perguntando isso.

— Miranda querida. Você esta grávida. E isso é o efeito da mudança de hormônios. Embora eu pensasse que não o desejasse tanto pelas suas brigas e discussões. Mais vejo que mais uma vez a medicina perde. Ele disse me olhando com carinho tocando em minhas mãos para me trazer de novo a conversa.

Eu estava voando. E morrendo de vergonha ali.

— Como assim a medicina perde? Eu falei baixinho com medo do metido astro pop entrar.

Ele tinha ido pegar água para mim.

— Sei lhe dizer que é desejo de mulher que sente. Desejo de uma grávida. Mais acredito cegamente na conexão de um filho para com o pai e assim vice e versa. Ele disse se ajeitando na cadeira e esperando eu entender.

— Acha que esse feto que nem tamanho tem, já senti que Michael é seu pai? E ele pode ser o responsável por todo esse meu… Esse meu… Eu nem conseguia dizer as palavras.

— Desejo? Ele disse levantando uma sobrancelha e sorrindo.

— Isso mesmo! Falei de olhos arregalados.

—Sim é possível. Sexo é recomendável a uma gestação inteira. Claro que seja saudável e com cautela. Não faz mal. Ele me olhou sorri em notar que sabia do que ele falava.

— Okay Alex obrigada e… Quando ia terminar Michael entrou na sala todo afetado.

— Bom o que perdi? Ele disse colocando o copo na minha frente e olhando com atenção para Alex.

Sorri com aquilo e me encantei com ele. Como ele poderia ser tão adorável?

— Não papai. Ela esta bem. Mais como eu disse antes. Nada de muito esforço, comer sempre e se forem manter a relação sexual de vocês ativa. Eu recomendo uma coisa bem mais leve e devagar. Se é que me entendem. Alex disse sem cerimônia e vi Michael me olhar com um sorriso maior que o mundo.

Engasguei-me com a água e ele me acudiu preocupado.

— Oh veja só! Nem água toma direito. O que faço com você? Ele disse tirando o copo da minha mão e sacudindo o meu vestido.

— Ora não sou eu que estou sorrindo como um coringa só por que esta livre para fazer amor o tempo todo. Não ligo e desligo Michael! Disse levantando e pegando minha bolsa.

— Sei. Mais eu sei como lhe ligar de repente. Ele disse pegando o copo e vindo atrás de mim.

— Não entendi sua colocação. Disse dando as costas para ele que fechava a porta do consultório e notei Alex nos olhar com um sorriso nos lábios.

Fomos em direção ao estacionamento e vi o carro escuro dele já a nossa espera. Roger estava bem perto de nós e vi que aquele amigo advogado dele estava lá dentro.

— Oi John. Ele disse se sentando ao lado dele e me ajudou segurando minhas mãos a entrar no carro.

— Oi. Já leu os jornais hoje? Ele disse mal nos olhando e parecia irritado.

Eu já tinha em mente o que seria. O ocorrido de ontem não tinha ficado as escondidas e notei os olhos de Michael estalarem e vi um real medo neles.

— Por que mais porcarias? Ele disse meio triste e pegando o jornal das mãos de John.

Eu encarei John que me olhou friamente por dois segundos e virou a face em direção a janela.

— Oh não! Ele disse passando as mãos no rosto e parecendo realmente chateado.

— O que houve? Eu disse já sabendo o que era.

— Michael Jackson faz um fã passar mal diante de sua presença. O astro pop Michael Jackson esta com uma nova barriga de aluguel? Michael Jackson esteve em uma loja acompanhado com uma moça misteriosa. Michael Jackson… Oh Deus! Ele disse se afundando no banco do carro e eu notei que aquilo era algo que o deixava triste.

— Esta vendo! Era disso que queria lhe privar. Mais não! Andou abusando e agora será pai de novo. John disse o repreendendo e vi Michael ficar perdido nas palavras do tablóide.

— O que quer dizer com isso? Eu me virei para aquele advogado mimado e o encarei.

— Que por mais que seja uma criança que tenha aí dentro. Por mais que seja de Michael Jackson. É sim a ruína dele se não nos cuidarmos. Ele disse se inclinando em minha direção como se eu fosse uma débil mental para não entender.

— John! Michael o chamou tocando na cabeça que parecia incomodar.

— O que quer que eu faça? Acha que pedi isso também? Seu idiota não me conhece não sabe nada sobre mim. Ridículo! Eu disse resmungando e virando a cara.

— Hei! Veja como fala comigo! Ele pareceu se estressar comigo.

— Veja você como fala comigo! Eu estou grávida aqui. Eu sou quem nada tinha a ver com isso. Eu é que sou o que eles querem! Então não me amole, por que não penso duas vezes em dar o que eles querem! Eu disse furiosa e notando que tínhamos chego.

— Miranda! Michael me chamou aborrecido e eu não me contive nas palavras.

— Estou cansada dele me olhar desta forma. Como se eu tivesse premeditado isso. Eu sou tão vitima quanto seu cantorzinho maluco aqui! Eu disse abrindo a porta e saindo em disparada em direção a casa.

— John por favor cara. Sabe a importância dela para mim? Eu preciso dela bem para ter meu filho bem. A gravidez dela é de risco. Poderia segurar essa sua língua? Michael disse saindo pelo outro lado do carro e vindo atrás de mim.

— Sabe da realidade que te aviso. Só quero que veja onde se mete. Apenas isso! Ele disse fechando a porta do carro.

— Para que o pago então seu enjoado? Hein? Michael falou se virou e o olho.

— Apenas avisando amigo. Passar bem. Darei um jeito nessa manchete aqui. Ele disse subindo o vidro do carro e seguindo para fora da mansão.

Eu vi aquela cena e contrariada entrei porta dentro.

— Boa noite menina. Fiz bolo de chocolate. Rita disse me abordando na entrada.

— Oh não obrigada. Eu disse sentindo um enjôo percorrer meu corpo só em lembrar do gosto.

— Senhor Jackson, o senhor deseja algo? Rita disse vendo ele passar como uma bala diante dela.

— Só desejo que meus filhos estejam dormindo alimentados e todos em suas posições. Ele disse vindo atrás de mim.

— E esta tudo nos conformes senhor. Ela disse andando mais a frente para vê-lo subir as escadas.

— Então dispensada Rita. Boa noite. Ele falou subindo as escadas.

Eu sabia que ele estava atrás de mim por que notei seus passos e me controlava para não chorar de novo. Que droga era aquela? Chorar? Chorar? E chorar? Que coisa!

Eu fechei a porta na frente dele e sentei na cama tirando os sapatos. Ele a abriu e me olhou dos pés a cabeça. Notou que eu estava magoada com as insinuações de seu advogado e eu tentava ignorar sua presença.

— Veja. Me desculpe por John. É apenas preocupação da parte dele. Espero que entenda. Ele disse chegando perto de mim e sentando ao meu lado.

— Não disse nada. Eu falei levantando e pegando meus sapatos e colocando ao lado da cama.

— Quer conversar? Ele disse ainda sentando e parecendo estar interessado em meus sentimentos agora.

— Não. Você quer? Eu disse indo em direção ao banheiro e notando ele ficar sem jeito ali.

— Pensei que quisesse. Sei que não pode estar sendo fácil para você. Me parece muito inexperiente as vezes e sinto sua preocupação para com o bebê. Ele disse gentilmente.

Mais eu já estava começando a passar mal ali de novo.

— Estou tentando Miranda. Miranda! Ele notou que não respondia e veio até mim.

— Ai Michael. Eu disse vomitando tudo de novo e sentindo uma dor horrível no estomago.

— Oh céus! De novo? Ele disse correndo até mim segurando meu cabelo e meu corpo.

— Não sei se vou agüentar isso. Disse parando para respirar mais novamente vomitei.

Ele me amparou ao vomitar e esperou eu me acalmar. Lavei meu rosto e a boca. Ele me pegou pela cintura e sentou no vaso me colocando em seu colo.
Eu podia ser arredia a ele agora, mais seu toque acalmava em mim o que estava em total em conflito.

— Shi. Vai passar. Ele falou fazendo carinho no meu ventre e falava perto do meu ouvido.

Eu encostei minha cabeça em seu ombro e respirei fundo esperando aquela náusea passar. Ele continuou me acariciando e notei tudo ficar calmo e silencioso.

— Passou? Ele falou bem pertinho de mim me fazendo arrepiar.

Eu respirei fundo tentando pegar forças de todos os lugares para resistir aquele contato com ele.

— Acho que o pequeno aqui lhe conhece. Estamos melhor. Disse sorrindo por que sentia seu animo debaixo de mim.

— Que bom que ele me conhece. Por que sou eu seu pai. E não permitirei que ninguém a toque assim como estou fazendo agora. Ele disse subindo as suas caricias para meus seios e beijando a ponta da minha orelha.

— E nem poderia acontece de outro me tocar. Se presa aqui estou. Em total perdição. Eu disse me apoiando nos joelhos dele e começando a me movimentar em seu prazer.

— Sabe que não a deixo ir. Não mesmo! Ele disse com a voz falha e descendo sua mão para onde estava mais sensível agora e o guiei sem modéstia para que não parasse com o que fazia.

— Alex disse que ele ama seu toque! Eu disse prendendo um grito com os toques dele em mim e me movia em movimentos circulares no colo dele.

Eu ouvi ele gemer em meus ouvidos.

— Isso é bom. Assim podemos saciar seus desejos sempre que pedir. Como agora. Ele falou me apertando contra seu corpo e senti que estava pronto.

— Mostra para mim como é que ele tem que lembrar do pai dele. Eu disse me virando e sentando de frente para ele.

Erguendo o meu vestido e me desfazendo da minha roupa intima. Ele sorriu para mim e me olhando nos olhos desabotoou sua calça. Eu o desejava mais que nunca agora e não ia parar com aquilo enquanto não o tivesse em mim.

Ele me beijou com delicadeza os lábios e notei que ele ia seguir com os comandos de Alex. Calmo e cauteloso.

Ainda me encarando ele me ajudou a se encaixar nele e me fez sentir por completa como nunca na vida. O vi gemer de ansiedade.

— Ah Miranda… O que você faz comigo? Ele disse me beijando e movimentado minha cintura contra a sua.

— Não fale nada. Não fale! Eu disse segurando seu rosto e o beijando loucamente.

Fomos nos amando ali com cautela e com jeito para ele não me machucar. Mais não ia, ele sabia ser bem delicado quando queria.

Nossos movimentos juntos um contra o outro nos fez perder a noção de nossos sentidos e gemidos que dávamos naquele banheiro.

Em um momento de pura sensação e mantendo os movimentos dele em mim ele abriu os olhos e me encarou como nunca.

Eu pode ver o amor ali contido em seus olhos e senti medo de perdê-lo. Ele me beijou novamente e eu o ajudei compassando os movimentos para que ele não acelerasse muito.

Ele perdia o controle as vezes e eu apertava seus braços para que não fosse ao extremo tão rápido.

— Desculpe. Ele disse em sussurros e me encarando com olhos cheios de brilho.

— Ta bom. Assim ta bom. Eu disse perdendo o controle sobre mim e me afundando nele.

E ia mais fundo até que não pudesse ter mais para onde ir. Eu o vi soar diante de mim e profanar gemidos incontroláveis por ele.

Os movimentos ficaram rápidos sem podemos no controlar. Ele me abraçava cada vez mais e me beijando os seios e o colo.

Eu desabei em seu peito como uma louca apaixonada e notei ele ficar assustado assim como eu quando explodimos de prazer um no outro.
Estávamos ficando bons naquilo e se não nos cuidássemos iríamos nos ferir mais ainda.

— Me diga que esta bem. Ele disse procurando olhar em meus olhos e eu me sentia envergonhada com ele ali.

— Estou bem. Eu o olhei de perto e ele se inclinou e me beijou.

Depois daquele amor no banheiro fomos tomar banho e pode conhecer mais um pouco dele. Ele não era nada mais que o normal, e eu amava o jeito que ele tocava na minha barriga de vez em quando.

Dormiu ao meu lado enquanto eu o admirava mais por uma fisgada no coração eu me levantei e fui para o outro quarto.

No dia seguinte eu notei que a casa estava uma loucura só. Todos estavam felizes e por eu ter acordado tarde, não tinha noção de o quanto tinha dormido.

Tomei um banho e desci e notei que eram os preparativos da festa de John.

— Nossa dorminhoca. Achei que não levantaria. A menina disse me dando um abraço.

— Deve ser o bebê que faz isso. Falei sem jeito e olhando para Michael lá no fundo da sala.

— Mira venha ver o que fizemos com Max. O mais novo me disse pegando minhas mãos e eu fui encarando Michael como nunca tinha encarado e ele me olhava da mesma forma.

Quando vi Max estava cheio de fitas e balões sobre ele e eu sorri com aquilo.

— Pobre Max. O que fizeram com você garotão? Eu disse me abaixando e cheirando seu pelo cheirosinho.

O restante do dia seguiu daquele jeito. Fizemos todos os preparativos e deixamos tudo como as crianças queriam.

Michael me olhava pelos cantos de olho e mordia os lábios para mim. Se ele soubesse o estrago que ele fazia comigo quando fazia tal gesto. Iria rir.

A noite não demorou a chegar e todas as crianças estavam prontas e arrumadas. Eu tinha colocado o vestido em mim e notei que estava começando a amar aquela vida.

Só estávamos esperando John e ai eu desceria. Estava meia indisposta e me sentia estranha em entrar no mundo dele daquela forma.

Prince veio me chamar as pressas e eu fui o acompanhando. John estava a caminho e todos queriam dizer “surpresa”.

Quando cheguei no topo da escada notei que o tal de John Branca já havia chego e já tinha feito a “surpresa”.

— Ah Mira. Chegamos tarde. Prince disse soltando minha mão e descendo.

— Tudo bem. Eu disse procurando Michael com os olhos e notei ele lá em baixo todo arrumado e elegante a me olhar com uma cara de bobo.

Eu fui descendo a escada bem calma e com a mais classe que podia demonstrar. Na verdade assistir concursos de misses na TV era bom para essa hora.

Notei muitos homens me olharem com os olhos arregalados e algumas mulheres virarem a cara para mim.

— Hei idiota! Não vai falar comigo? Eu disse cutucando ele e sorrindo.

— Esta magnífica! Michael disse me olhando com uma expressão prazerosa e eu sorri diante daquilo.

— Obrigada. O vestido caiu bem. Disse mostrando como ele tinha colado em meu corpo.

— Parece feito por medida. Ele disse tomando um pouco de vinho e sorrindo.

— Bom. Onde esta o aniversariante? Eu disse olhando para todos e ainda notava os olhares para mim.

— Esta ali. John! Hei John! Michael o chamou e ele veio me olhando com uma certa admiração.

— Wow Miranda? John disse me olhando todo abobalhado.

— Não sua avó. Claro que sou eu. Parabéns. Eu disse estendendo as mãos para ele.

Michael nos olhou com um sorriso e notei que uma trégua se faria ali.

— Obrigado. E desculpe por ontem a noite. Eu só quis dizer que é meio complicado para alguém como ele. Ele disse tentando se explicar.

— Tudo bem. Só não me confunda com uma golpista. Jamais faria isso. Disse em minha defesa.

— Ele nunca pensou nisso não e John? Michael deu uns tapinhas nas costas dele e os vi sorri como criança.

Nossa conversa durou um pouco e foi agradável. Como era de se esperar Michael era o centro das atenções e John adorava mostrar ele para todos.

Eu fiquei por um tempo no canto bebendo suco e observando todos. Notei algumas vezes Michael me olhar só para ter a nítida impressão de que eu estava ali e eu sorri com aquilo.

— Senhora? Esta deslumbrante. Roger disse chegando perto e tomando minhas mãos em um beijo.

— Ah fala sério Roger. Não é para tanto. Eu disse sorrindo envergonhada e adorando os elogios da noite.

— De fato esta. A mais bela da festa. Ele disse sorrindo e notei Michael olhar franzindo o cenho de raiva para nossa direção.

Eu sabia que aquilo daria uma briga, então eu fui para perto de algumas senhoras. Para minha tristeza até entre uma festa boa e saudável tinha gente horrível e baixa.

— Então digo. É gay! Uma mulher loira de porte alto dizia para uma turma de senhoras.

— Nossa! Eu ouvi gay! Quem é esse camuflado? Por que todos parecem bons rapazes. Eu disse entrando na roda e tentando me enturmar.

— Ah! Você não sabe? Ora quem! Ela disse sorrindo.

Eu notei as outras moças metidas a besta ficarem sem jeito e me olharem com vergonha pelas palavras daquela mal amada.

— Desculpe de quem esta falando? Eu comecei a me enfurecer.

Michael era pai de meu filho e não um gay.

— Ah querida. Michael Jackson. Aquele de blusa vermelha ali. Ela disse escondendo um sorriso na boca do copo e senti uma vontade enorme de matá-la.

— Com que direito diz isso? Eu mirei em seus olhos e vi ela me desafiar.

— Prova viva querida. Fui em seu quarto de hotel uma vez para pedir um autografo. E claro. Queria saber como ele é na cama. Mais não é nada. É gay!
Quando ela disse isso eu dei um tapa discretamente na taça dela que caiu ao chão.

— Opa! Me desculpe. Mais se for do mesmo Michael que fala. Aquele ali branquinho que o chamam de rei do pop. Ele me fez gritar horrores ontem em total prazer quando fizemos amor. Acho que esta enganada. Eu disse a encarado e chutando os cacos da taça para perto dos pés dela.

— Sua sem classe! Como pode? Ela disse olhando a droga o vinho caro no chão.

— É verdade o que diz? Uma das moças me perguntou abismada.

— Se é. É que é segredo sabe. Ele ama isso. Mais já carimbamos tudo quanto é compartimento e cômodo aqui e ontem foi no banheiro do meu quarto. Ai… É uma coisa de louco, me faz berrar de prazer. Me sinto até envergonhada. E é ótimo na cama. Faz o que você quiser. Eu disse tomando mais um pouco do suco e vendo a loira quase me atracar o pescoço.

— O que você quiser? A outra mais nova disse sorrindo.

— E mais um pouco. Eu disse sorrindo mais logo senti um empurrão em meus ombros.

— Sua desclassificada. Como pode me destratar assim e ainda jogar minha taça no chão? Ela disse gritando e tomando toda a atenção para si.

E eu já percebi que aquilo não iria prestar.

— Veja como fala comigo sua saco de botox. Eu disse a empurrando que ela deu três passos para trás.

— Oooooohhhhh… E eu vi uma certa platéia dizer.

— Não toque em mim. Ela levantou as mãos para me dar um tapa e eu a segurei.

— Não se atreva. Eu disse segurando o punho dela e notei as outras moças saírem de perto de nós duas.

Mais nisso sinto um homem me tocar nos braços com força e fiz uma cara de dor.

— Aiii. Eu falei me retorcendo.

Quando olhei, parecia ser um segurança ou alguma coisa qualquer daquela louca.

— Bill a retire daqui! Ela disse toda afetada e notei John junto com Michael vir em minha direção.

— Solte ela agora! Michael disse em voz alta.

E todos olhavam aquilo perdidos na briga que se formava.

— Solte-a rapaz agora! John falou ao mesmo estremo e o segurança me pegava com força.

— Esta me machucando. Eu disse tirando meus braços da mão dele e notei ficar roxo.

— Quem é essa indigente? Não é para estar em uma festa assim. Ela gritava chamando a atenção e todos.

— Hei! Já disse para soltar. Michael disse empurrando o segurança que parou longe e notei que ele estava com os olhos assustadores.

— Michael esta tudo bem. Eu disse temendo uma grande confusão agora.

— Você nunca mais torne a tocá-la ta me entendendo? Michael disse apontando para a face do segurança e eu comecei a passar mal.

Não! Aquilo de novo não. E justamente ali!

— Estou protegendo minha senhora senhor Jackson. A senhorita me pareceu agredi-la. O segurança falou se sentindo acuado pelos olhos reprovadores de John e Michael.

— Quem é sua senhora? Michael disse ainda furioso e parecendo nãos ser ele ali.

— Oi Michael. Ela disse com uma voz sedutora e me deu ódio aquilo.

— Christine. Você de novo? Ele disse parecendo que já conhecia suas artimanhas.

— Eu mesma. Não sabia que tinha uma nova protegida. Ela disse me olhando com nojo e eu avancei nela.

Michael me segurou pelos braços e John chamou os outros seguranças para segurar o tal de Bill.

— Você não fale dele assim esta me entendendo? Só por que ele te dispensou não significa que ele é o que diz sua louca perua, vaca e desequilibrada! Eu dizia furiosa nem sabendo o porquê de minha total raiva.

— Miranda fique calma. Michael disse tocando no meu rosto e notei que estava sentindo uma dor mais forte ainda.

— Agora já chega saia da propriedade Christine! John disse apontando para a porta e todos ficaram sem saber onde por suas caras.

— Eu vou mesmo. Essa festa é uma porcaria. Passar bem Michael! Ela disse me olhando como se eu fosse a ultima coisa que não prestasse no mundo e eu senti uma vontade de arrancar aquele aplique do cabelo dela.

— Ai Michael… Eu disse tocando na minha barriga e vi John me olhar aflito.

— Michael ela não esta bem. Ele disse alarmado com meu estado.

— O que foi meu amor? O que sente? Ele me olhava nos olhos e eu senti uma ferrada dentro de meu ventre.

—Não sei. Ai, ai! Eu disse me curvando e notando que não conseguia andar.

— Sua infeliz! Espere o processo em sua casa sua descontrolada! Se ela ficar mal se arrependerá de ter feito mal a ela. Michael disse se descontrolando com a tal de Christine e vi John pedir para os seguranças tira aquela maluca dali.

.— Michael. Me leve daqui. Eu disse começando a chorar e ele me pegou no colo e saiu em disparada para o quarto.

— John chame Alex. Michael disse comigo em seu colo e eu me convertia em dor e vergonha.

E todos olhavam abismados a cena que se seguia.

John se desculpou com todos e deixou Roger encarregado de esvaziar o lugar. Rita já tinha subido com as crianças para não presenciarem tal cena.

Quando ele abriu a porta do quarto aos chutes eu já estava soando de tanto dor. Ele me deitou na cama com cuidado e tirou os cabelos de minha face.

— Esta doendo muito? Ele disse segurando minhas mãos enquanto eu me revirava de dor.

— Sim. Aaaahhh. Como daquela vez em casa. Eu disse apertando as mãos dele com força.

Ele gritou por Rita e ela veio logo com rapidez pediu que apressasse John para chamar Alex. E voltou para meu lado.

— Fica calma agüente firme. Agüente firme por favor segure nosso filho. Sei que pode. Ele disse beijando minha testa.

Alex demorava a chegar e eu não sabia o por que da dor de novo. Notei que de fato eu não sabia nada sobre gravidez.

Se aquela dor era de raiva, ou de fortes emoções eu ia ter que viver agora em uma bolha.

Mais o desespero de Michael e seus gritos me avisaram que a coisa era séria quando toquei em mim e notei uma certa quantidade de sangue.

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