18.CAP.

Michael me apertou em seus braços e retirava a sua camisa de mim e o meu biquini se ia com ela.
Suas mãos eram rápidas e seus beijos ensandecidos. Sua língua percorria o meu pescoço e corpo como algo jamais visto arrancando gemidos mais que altos dos meus lábios que eram prontamente abafados com mais beijos molhados e estalados.
Suas mãos me acariciavam como nunca e seus dedos me invadiam de uma forma devastadora.
Eu em poucos minutos o deixava nu na minha frente fazendo ele me erguer em seus braços forte e me imprensar contra a parede mais uma vez.
Segurar as minhas pernas e o bumbum me fazer trançar as pernas em sua cintura e ele me invadir com vontade soltado de sua garganta um gemido mais que prazeroso.

— Deus! Como eu a desejo. Michael falou me apertando a cintura e investindo devagar seu membro dentro de mim.

— Mais Michael. Me leve aonde eu mais amo. Eu disse tomando os seus lábios e notando ele me imprensar mais contra a parede e começando a investir com mais força.

— Assim. É assim que me quer? Totalmente alucinado por você? Ele falou tomando os meus lábios, meu pescoço e meus seios em seus beijos mais que pervertidos.

Eu sorri diante da sua pergunta e olhei em seus olhos.

— Sim. Da mesma forma que me tem assim. Eu falei me mexendo em seu colo e ajudado em suas investidas.

Michael me segurou uma das pernas penetro mais profundamente segurou a minha cintura e devorava os meus lábios com vontade.
Gemidos e suor escorriam de nossos corpos e um malabarismo era feito.
Com investidas profundas chegamos ao êxtase com uma explosão que me deixou sem fôlego e ele com pernas bambas.

— Você está bem? Michael falou retirando alguns fios de cabelos do meu rosto e me olhando atento através de uma respiração que tentava restabelecer.

— Sim. Só um pouco desajeitada. Mas estou bem. Eu disse ainda abraçada a ele e com seu membro dentro de mim.

— Você me tira do sério garota. Olhe em que selvagem me tornei. O Alex disse repouso. Não insanidades. Ele falou me deixando escorregar dos seus braços diante dele e seu membro sair de dentro de mim.

— Mas pelo que sei não fizemos nada de errado. Eu falei me contendo em uma vontade de telo de volta.

Deus! Que desejo de fazer tudo de volta era aquela? Será que grávidas sentiam isso?

— É, mas creio que abusou de mais por hoje mocinha. Caiu na piscina, correu feito uma desequilibrada e fizemos amor agora. Isso pode prejudicar o bebe e para você. Não quero correr o risco que fique daquele estado de volta. Preciso ficar de olho em você. E em mim também pelo que vejo. Michael falou se afastando de mim e indo pegar as roupas pelo chão.

Eu fitei aquele corpo nu na minha frente e meu sangue ferveu de volta, e num ato sem pensar mordi meu lábio inferior e peguei a sua mão o puxando de volta para perto do meu corpo.

— Me diga Michael. Faria todos os meus desejos de mulher grávida? Eu disse vendo ele me olhar espantado.

— Mas é claro! Todos os coerentes é claro. Não vou deixar você comer um quilo de besteiras se é isso que pensa. Ele falou ainda não entendendo o meu olhar lascivo para ele.

— Mas se eu dissesse que quero mais. Eu falei erguendo uma de minhas pernas o laçando pela cintura e trazendo o seu rosto e lábios para perto de mim.

Michael estalou seus lindos olhos negros quando entendeu o que eu queria e notei seu membro reagir com seus pensamentos perto da minha cintura.

— O que quer? Já não teve o suficiente? Está abusando Miranda. Não que eu não queira. Pois só o pensamento de a possuir de volta me deixa desequilibrado. Temo pelo bebe. Michael falou relutando ao máximo contra os seus desejos.

— Seremos cuidadosos. Eu falei sussurrando em seu ouvido já acariciando o seu membro com a mão e sentido ele gemer baixinho.

— Deus. Você é minha perdição assim. Ele falou já invadindo os meus lábios de volta e recomeçou suas caricias mais ousadas.

Para nos amar ali mais uma vez foi um estalar de dedos. Mas desta vez com mais calma. Me entregar a ele era uma forma de telo em meus braços sem brigarmos tantos.
E confesso que não sei de onde surgia tanta vontade de fazer amor com ele.
A manhã se foi e nem vimos. John mandou anunciar que tinha ido e depois voltaria para discutirem sobre assuntos de um novo evento.
As crianças não sabiam o que acontecia. Mas não escutar nossos gritos e berro de briga pela casa já era um sinal que a paz reinava pelo menos por algum tempo.

Quando eu me acordei com leves batidas na porta, estava sozinha nua na cama. Me espreguicei meio sonolenta ainda e percebi que a porta se abria lentamente.
Puxei o lençol até o pescoço e notei Michael entrar todo elegante me olhando.

— Até que enfim acordou. Pensei que dormiria a tarde toda. Você está bem? Michael falou adentrando e me olhando com mais atenção.

— Nossa! Que horas são? Eu disse me surpreendendo com a palavra tarde.

— Três da tarde. Estava mesmo cansada. Ele falou se sentando na beirada da cama e sorrindo maliciosamente para mim.

Eu notei seus olhos percorrem o meu corpo nu por debaixo do lençol e notei que ele amou fazer as minhas vontades ali.

— Hey! Tire este seus olhos sem vergonhas de mim. Não sei o que me deu. Mas vou descobrir. Eu falei me zangando com ele ali parado me olhando.

Mas por dentro amaria repetir a dose de volta. Credo! Que é isso Miranda? Virou tarada agora? Nunca fui assim!

— Agora sou sem vergonha? Mas não fui eu que gemi pedindo mais. E mais esta manhã. Confesso que farei todas as suas vontades se forem estas. Ele falou sorrindo e colocando a sua mão na boca para esconder seu sorriso malicioso.

— Me poupe seu astro maluco. Foi só desta vez. Isso não irá se repetir. Eu falei me enrolando no lençol e indo em direção ao banheiro.

— Sei. Vamos ver isso. Ele falou rindo alto do meu jeito e senti uma vontade de esganá-lo ali naquele quarto.

— Afinal o que quer aqui? Só veio verificar se não morri? Pois bem. Já viu que estou bem. Agora saia. Eu falei contendo uma náusea que começava a surgir.

— Vim dizer que se apronte com roupas decentes e nada chamativas. Vamos as compras. Tenho que comprar algumas roupas para as crianças e um presente para John. Amanhã é aniversario dele e vou dar uma recepção aqui. E quero que se comporte. Ele falou se levantando e vindo atrás de mim no banheiro.

Eu respirava fundo para conter e segurar algo que parecia querer vir com toda força. Me olhei no espelho e me senti verde. Segurei com força as bordas da pia e senti meu mundo girar.
Michael parou na porta percebendo que não retruquei e me olhou intrigado. Mas quando percebeu que eu enjoava veio rápido para me auxiliar.

— Calma. É assim mesmo. Ele falou me ajudando a se abaixar perto do vaso e jogar tudo para fora.

Eu não conseguia parar de vomitar. E uma vergonha tomou conta de mim. Aquilo era se sentir frágil perto de alguém, e Michael com carinho segurava os meus cabelos soltos e me olhava parecendo sorrir.

— Não ria. Isso é humilhante. Eu falei contendo as lágrimas que surgiam com o esforço.

— Vou mandar preparar algo leve para você antes de irmos. Isso vai passar logo. São só os primeiros meses. Ele falou em levantando com cuidado e me segurando nos braços e ligando o chuveiro.

— Os primeiros meses? Hó Deus! Eu vou morrer assim. Eu falei vendo ele retirar o meu lençol e me colocar no banho.

— Não. Não irá morrer. Só vomitar um pouco. Mas pense. É tudo por uma vida. E pelo nosso filho. Ele falou olhando a água percorrer o meu corpo.

— Eu sei. Eu falei já me sentindo melhor e notei ele me fitar atento.

Mas quando olhei para as suas calças, notei ele ficar excitado.

— Precisa de ajuda? Ele falou percorrendo o meu corpo mais uma vez e parou nos meus olhos com um olhar de que me queria de volta.

— Não obrigada. Ainda sei tomar banho sozinha. Eu falei fechando a porta do Box com força.

Eu escutei ele sorrir alto do outro lado e contive um sorriso lascivo em meus lábios.

— Estamos esperado você lá embaixo. Não demore. Michael falou saindo do banheiro e fechou a porta do quarto atrás dele.

Eu tomei o banho rejuvenecedor e sorri escondida de mim mesma naquele chuveiro diante dos meus atos loucos agora.
Que loucura era aquela? Aonde eu tinha vindo parar? E aonde aquilo tudo me levaria? Uma criança vinha ao mundo. E não tinha noção de que mundo eu me enfiava.
Por mais que eu fosse alguém que teria um filho do homem mais famoso e esquisito do mundo. Eu não tinha nenhum pouco de noção do que era viver no mundo deles. E veria isso de perto agora.
Depois de algum tempo escutando recomendações como nos comportar diante a fúria alucinante lá fora saímos cercados de seguranças.
O caminho até o shopping foi rápido e uma esquema de guerra foi montado só para podermos irmos em meia dúzia de lojas.
Eu não entendia aquilo e achava um exagero. Mas quando notei a mídia e os fãs mais afoitos entendi o que ele queria dizer.

— Credo! O que aquele cara pensa que está fazendo? Ele vai se matar se cair dali. Eu falei espantada com um paparazzi que subia num pedestal para poder fotografar melhor.

— Aquilo são abutres. Não olhe para eles. Finja que não estão ali. Se olhar para eles nem imagina o que vai sair amanhã nos malditos tablóides. Michael falou furioso me pegando pelo braço e me levando para dentro da loja.

— Nossa! Eu falei vendo mais alguns mais a frente e a aglomeração de pessoas e fotógrafos se fazendo rápido.

— Roger sabe o que fazer. Michael falou vendo seu ultimo filho entrar rápido na loja.

— Sim senhor. O segurança falou já se posicionando na frente da loja com mais alguns seguranças que nos acompanhavam e mais os seguranças do shopping e da loja.

— Como consegue? Eu falei me referindo a mídia insana e as pessoas sem noção.

— Muitas vezes não consigo. E já viu o que surge na mídia a meu respeito. Não importa o que faço. A coisa sempre parece suja. Agora vamos as comprar. Só falta o seu vestido. E quero sair rápido daqui antes que isso fuja ao controle. Ele falou vendo que algumas atendentes vinha em nossa direção.

Depois de algum tempo ali desfilando para o astro e seus três filhos, chegamos a um acordo em um vestido lindo para mim e elegante mais adequado para eles para a tal festa de aniversario de seu amigo e chato John.
Aquele homem parecia me detestar e me querer furtivamente. E não gostava dele desde aquele dia no hospital que disse que o filho não era de Michael.
Aquilo ainda não tinha me descido a garganta.
Saímos dali tendo que nos espremer diante de toda aquela multidão que se formou na frente da loja, era alucinante o que se fazia ali. E um medo me tomou as veias.
O mundo dele era mesmo louco. Será que as pessoas não tinham noção que poderiam nos machucar?
Aquela mídia desequilibrada perguntando e supondo todas de uma vez não pensava que era só uma simples compra de roupas em uma loja!
Que o homem que andava ali com seus filhos escondendo o seu rosto diante dos fleches e câmeras mais afoitas só queria sair um pouco e ver o mundo fora dos palcos?
Que não era um artista o tempo todo e que sua privacidade era bem vinda como de todo mundo?
As perguntas eram infinitas. Mas as reposta era sempre a mesma. Não. Eles não se importavam com o ser humano. Só com sua ganância por exclusividade.
Quando conseguimos chegar no estacionamento eu tremia dos pés a cabeça e uma vontade de vomitar me surgiu.

— Papai a Mira está branca como uma vela. A menina falou em olhando assustada.

— Oh não de volta! Michael me falou vendo olhar para ele em desespero.

— Michael eu preciso…. Eu mal disse saindo em disparada do carro que mal tinha fechado a porta e me segurando ma parede do estacionamento.

— Calam meu amor. Calma. Ele falou me segurando quando eu vomitava e via a multidão ser contida pelos seguranças as nossas costas.

E me espantei com aquilo.

De dentro do carro as crianças nos olhavam abismadas e preocupadas. Não tinha noção que aquilo era algo corriqueiro em uma gravidez.
E notei Michael ficar preocupado com os fleches e câmeras que insistiam em presenciar e registrar o que ocorria ali.
E percebi que o mundo mais uma vez já seria bombardeado com mais noticias do astro pop e temi o que eles poderiam dizer.
Eu consegui me recompor e Michael me levou para dentro do carro e partimos em disparada para casa. E uma dor de cabeça se fez presente em mim.
Fui calada deitada em seu ombro e sendo abraçada por ele que me fazia se sentir melhor.
Alex tinha que me dar algo para acalmar aquilo ou seria constrangedor diante de todos. E só fiquei imaginado o tal dia da recepção da festa de aniversário de John.
Tomara que eu não vomitasse em cima do bolo pelo menos.

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