9.CAP….

Quando já podia vê-lo com mais nitidez vi seus olhos tão grandes, redondos e pretos me fitando com uma certa raiva e pose.

— Bom dia crianças! O homem do seu lado que tinha um sorriso mais que exagerado olhou para os pequenos e eles os abraçou com carinho.

— Tio John! Que bom que esta aqui! Olhe nossa nova amiga. Mir.. Mirami… O que se chamava Blanket tentava falar meu nome.

— É Miranda. Eu disse quase morrendo de vergonha e de medo dos olhos do astro em mim. Mais decidi que ele não faria aquilo comigo. Não na frente de todos.

— Sei quem é. Seja bem vinda a esta casa Miranda. Me chamo John Branca. Ele disse me dando as mãos e quando fui tocá-las Michael se pôs a frente.

— Me diga se é esse seu plano? Ele falou quase espumando na minha frente e eu me senti ultrajada pela sua arrogância e descontrole.

— O que fiz agora seu imbecil? Estou apenas no seu jardim. Ah! Esquecei SEU jardim. Eu saio dele então. Eu falei dando meia volta onde ele estava e fui andado.

Mais ele não me deixou chegar muito longe.

— Nossa! Ela falou a palavra proibida Paris? O mais novo disse realmente assustado.

— Como papai vai repreendê-la? A menina falou com os olhos azuis que pareciam mais curiosos que nunca.

— Essa eu quero ver meus queridos. Ouvi o tal de John falar sorrindo cruzando os braços e ficando junto da babá e das três crianças.

— Estou me referindo as suas vestes. Se não notou. Tenho três crianças aqui um monte de seguranças e todos são homens. O respeito aqui é louvável! Ele disse se colocando a minha frente e me olhando nos olhos.

Eu me sentia estranha quando nos ligávamos daquela maneira.

— Para sua informação. Eu só tenho roupas assim. Eu sou livre jovem e muito saudável. Não por completo por que me fez enferma agora! E pelo que vejo… Eu disse dando meia volta em sua frente de braços abertos e o olhando com desdém. E continuei.

— Nua é que não estou! Disse bem alto perto da face dele.

— Pois fique sabendo a senhorita que isso é uma afronta aos meus princípios, sim. E quero mais respeito de sua parte. E lembro que a trouxe aqui por que se feriu. Não sou casamenteiro senhorita Morgan. Ele falou alto e parecia se descontrolar mais e mais em minha frente.

Eu dei uma gargalhada bem na frente de todos e ele respirou fundo e pôs as mãos na cintura e continuou me olhando sério.

— Está falando dos seus empregados tarados? Ora. Como culpá-los se é pior que eles! Falei vendo ele ficar sem jeito pela observação.

— Se os cativa com tal vestes. Ah! Mais vai se comportar como deve. Há se vai. Ele disse me pegando nos braços não com muita força e seus olhos brilhavam de raiva e ódio.

E uma pergunta me surgia a mente diante de todos. Por que ele estava assim?

— Seu grosso e abusado. Me solte agora! Eu beliscava sua mão e ele parecia que nem sentia minhas unhas encravadas na pele de morto dele e branca como nunca vi.

— Vai se trocar e vai se comportar diante de meu teto. Se for preciso compro roupas adequadas para você. Ele dizia segurando com mais força agora.

— Eu não quero nada seu. Eu quero ir embora agora! Não pedi para estar aqui? Me deixe ir! Eu disse o encarando com meus olhos quase mostrando lagrimas.
Mais agüentei suas patadas e pude notar o seu amigo vir até nós.

— Michael vai com calma cara. Esta assustando as crianças. John disse vendo que ele estava vermelho de raiva e respirava fundo como um touro contrariado.

— Ela me tira do sério. Veja como me afronta! Ele falou ainda me segurando.

— Por que é um idiota prepotente e acha que tudo e todos estão a seu dispor. Eu já disse esquisito. Eu não sou suas fãs! Eu não gosto de você e eu não acredito na sua pose de bom moço. Seu arrogante e metido a galã! E me solte! Eu disse retirando os meus braços com veracidade das mãos dele e notei a coisa esquentar mais.

— Escute aqui mal educação em pessoa. Eu estou fazendo-lhe um favor. Não mandei andar como uma maluca e sem prestar atenção onde pisava. Não me admira que afete meus seguranças. É tola e não se sente. Deveria ter a deixado lá mesmo! Ele disse me olhando dos pés a cabeça e me deixando profundamente irritada.

— Eu entendo que estejam estressados com o convívio, não é fácil eu sei. Mais assim não resolveremos nada. E vamos falar baixo aqui. John disse olhando para trás de mim.

Eu quando vi o que lhe chamava a atenção era o segurança galanteador. E o vendo de perto até que era bem interessante.

— Pronto. Era só o que me faltava. Disse tocando na minha cabeça e sentindo ela latejar.

— Senhor John levo as crianças para dentro? A babá educada e amável disse nos olhando um pouco de longe.

— Já era para os ter levado. Entrem. Ele disse virando para ela e fazendo um gesto para outro segurança pegar Max e o levar para dentro também.

O segurança viu nossos ânimos e tocou na própria gravata engolindo seco quando viu como Michael “o doido” estava lhe olhando.

Eu podia ter sorrido com aquilo e achei fofo da parte dele. Mais não suportava seus modos e olhadas de desagrado para minha pessoa.
Se ele não sabia o que era viver com uma mulher normal, ele aprenderia da mais formosa e sem vergonha forma.

— Me permitem me desculpar senhores. Não sabia que a senhorita era sua acompanhante senhor Jackson. Perdoem-me. O segurança lindo disse me olhando sem jeito e eu sorri com seu modo educado de falar.

Mas Michael odiou quando sorri e se virou bruscamente para mim.

— Não sou moço. Não sou nada dele. Ele é um ridículo que faz escândalos. Para mim não deve desculpas alguma. Disse sem olhar para o astro e sorrindo para o segurança e notei que aquilo o afetava.

— Ela é sim minha hospede e acompanhante. E o que você quiser que seja. Ela esta na minha casa e sobre meus cuidados. E com que direito lhe da homem de sorrir e lhe mostrar cortejos? É esse seu trabalho? É? Michael deu um passo a frente do segurança que o olhou assustado e John o parou no mesmo estante.

— Wow… Dá para se controlar amigão. John disse o segurando pelos braços e eu notei que sorria da cara do amigo.

Parecia que não o via assim com freqüência.

— Como disse senhor Jackson. Eu juro que não sabia que a senhorita era sua acompanhante. Peço desculpas de novo. O segurança falou e estava quase tento um troço diante de nós.

— Você acredita? Ele estar assim por conta de minhas roupas. Isso é motivo para tal escândalo? Eu disse olhando para o segurança que me olhou novamente dos pés a cabeça.

— Se me permite senhora. Está deslumbrante. O segurança falou me fitando atento.

Eu o olhei surpresa e o tal amigo John ficou de boca aberta olhando para Michael que parecia soltar fumaça pelo nariz.

— Mais isso só pode ser uma brincadeira não é meu rapaz? Michael falou o cutucando nos ombros e fazendo o segurança dá um passo para trás e John o segurou de novo.

— Michael não faça isso. John falou sabendo o que ele faria.

— Está na rua! John o pague agora e tudo em espécie. Quero esse sujeito fora de minha casa. E você! Vem comigo. O astro disse me pegando nas mãos e andando quase correndo e me arrastando naquele lindo gramado.

— Me solte! Não faça isso com o bonitão. Ele não fez nada. Veja como mexe na vida dos outros e nem se toca. Não é o dono de tudo sabia?! Eu disse vendo ele me arrastar dali.

— Michael! Ele é um dos melhores. Sabe como é difícil achar como ele. Seja mais plausível Michael. John gritava para nós.

— Serei nada John. Pouca vergonha e absurdos não aconteceram em minha casa. Ele disse segurando minha mão com força.

— Esta me machucando! Pare! Eu disse dando-lhe murros nos braços e onde pudesse pegar.

— Vai ficar me batendo? Ele parou em um brusco movimento me trouxe para perto de seu peito e senti seu corpo quente junto ao meu.

Eu pude sentir seu coração batendo. E droga! Seu cheiro não era tão irritante assim.

— O que esta fazendo? Vai fazer eu sentir suas coisas de novo? Seu falso! Eu disse me assustando com o que senti.

Ele sorriu de um jeito muito sexy e mostrou de leve aqueles dentes perfeitos e seus lábios rosa estavam perto dos meus agora.

— Vai pensar duas vezes antes de me afrontar diante de meus empregados meu amigo e de meus filhos. Ele disse me surpreendendo e me pegando pelas pernas e me colocando em seu ombro direito.

— Aaahh…….. Socorro!… Tirem esse doido de perto de mim. Socorro! Eu gritava batendo em suas costas e ele corria o mais rápido que podia.

— Pelo amor de Deus. Abram espaço para eles. John disse vindo correndo atrás de Michael e vendo os seguranças se afastarem da porta de entrada da casa.

— Esse cara é um perturbado. Me solte Michael agora! Eu gritava e continuava batendo nas suas costas e ele segurava minhas pernas e não dizia nada.

— Michael! Pare com isso! Você nunca foi de tais ações amigo. John corria gritando e Michael entrava comigo porta dentro e calado como se estivesse empenhando a me controlar.

Mais o astro arrogante estava enganado.

— Isso é assunto nosso. Despeça esse cara de minha casa! Ele disse subindo as escadas e eu temi cair com ele ali naqueles degraus.

— Para onde vai me levar? Eu disse vendo que os degraus já estavam ficando para trás.

— Para onde nunca deveria ter saído sua mal criada prepotente e que não sabe se comportar diante de uma família comportada e tradicional. Ele disse dando um chute na porta e me colocando na cama com rispidez.

— Ai ai ai ai aaaaaaaaiiiiiiii! Eu disse tocando no meu ferimento e virando de dor na cama.

Ele me olhou estranho e ficou me observando.

— Ai meu bumbum… ai…. Eu reclamava de cara afundada na cama e com ódio dele.

— Você se machucou? Nossa não foi minha intenção. Esta doendo muito? Chamo Alex agora. Quer? Ele disse se aproximando com a voz mais amena.

Eu virei para ele quase chorando por conta dele ter feito eu me machucar e taquei-lhe um travesseiro em sua face. Ele ficou me olhando profundamente nos olhos e eu me mantinha deitada quase chorando e o encarando com raiva e magoa.

Ele assoprou um de seus cachos que estavam em sua face por conta do travesseiro que tinha jogado e me olhou com calma.

— Eu nunca me comportei assim. Me faz ter ódio e raiva em um simples ato. Acho que nunca ninguém me fez passar tanta raiva garota. Ele disse andando devagar e vindo até mim.

— Eu não te entendo. É uma coisa que muita gente pensa que é mais é outra totalmente diferente. Não é amável, não é honesto, não é um cavalheiro, e não é um amor de pessoa. É um doido que vive aqui escondido e tranca seus filhos e os fazem ficar passando o ridículo com aquelas coisas nas suas caras. Eu tenho é pena de você! Eu disse tudo de uma vez e notei ele me observar.

Ele parou de vir até mim e desfez a cara de raiva e ficou meio sentido pelas minhas palavras. Eu notei sua tristeza e me senti um tanto cruel.
Aquele homem excêntrico tinha caído na minha vida de supetão e eu não sabia como me comportar diante de sua vida cheio de mimos e riquezas.

Mais algo nele me fazia querer mostrar que eu poderia ser melhor. Mais sim. Há! Como eu o odiava.

— Pouco me importa o que pensa de mim. Saberei lidar com mais uma condenação sem me conhecerem. Não é a única senhorita Morgan que me odeia e me julga. O mundo o faz. Passar bem! Ele falou e deu as costas e andou devagar com um andar peculiar até a porta.

Ele a fechou com um movimento único que fez um barulho forte e alto. Eu deixei minha lagrima cair e taquei mais travesseiros na porta.

— Maldito seja! Eu disse chorando e enxugando minhas lagrimas para que se ele voltasse não me pegasse na fraqueza.
Mais ele ia ver como uma mulher se vingava.

Eu não desci mais, e ele não tinha vindo mais também. Não quis mais comer nada que me trouxeram. Eu tinha coisas para fazer fora dali.

Tinha a minha mãe, Angélica e minha vida e … Eu tinha que sair dali. E a maneira que vinha na minha mente era ser boa e comportada o possível para fugir.

E eu a faria.

Depois Max veio até mim e fiquei com meu cachorro até altas horas da noite. Eu não ouvia as crianças e presumi que a casa era mesmo imensa. E o silencio estava se fazendo longo lá fora.

— Nossa Max. A hora passou garotão. Vamos dormi. Eu disse levantando do chão onde o escovava e procurava pequenos carrapichos do jardim que tinha ficado em seu pelo.

Fui em direção ao banheiro levantei meu vestido com cuidado e o tirei. Coloquei ele no cabide de cor de ouro que tinha ao lado da banheira e peguei aquela camisa leve, ora só tinha ela.

Ele não tinha trazido todos os meus pertences. O que tinha em minha humilde mala eram coisas essenciais e pelo visto que estavam colocadas lá, parecia tinha sido afobados e rápidos.

Max começou a rosnar, terminei de por aquela camisa branca e desliguei a luz. Foi quando o vi de braços cruzados em frente a porta me olhando seriamente.

—- DEUS!!! Eu disse tocando no meu coração e me segurando na parede.

— Não. Michael Jackson mesmo. Ele disse descruzando os braços e indo em direção ao criado mudo onde ficava aquele arsenal de remédios.

— Se esta achando que vai me tocar novamente. Está enganado. Eu irei para minha casa nesta manhã. E desde já lhe agradeço por tudo. Disse virando de costas para ele e o ignorando.

— Você pensa que vai. E por favor. Não quero me estressar hoje mais ainda. Já me fez perder o que mais prezo em minha vida. Ele falou parecendo aborrecido.

— Paciência? Perguntei o indagando.

— Essa mesmo. Vamos arrume-se para que eu possa ver esse seu corte. Ele disse com o algodão nas mãos e olhando para minhas pernas.

Eu me senti uma mandada por ele, mais me controlei e ia fazer diferente. Eu sabia que ele não agüentava meu corpo perto do dele. Notei isso quando me abordou pela primeira vez.

Deveria estar na miséria e no celibato. Estranho como ele era deveria ter poucas mulheres isso se tivesse tido.
Então veríamos até onde ele se segurava. O deixando ultrajado e sem ter para onde correr, ele me mandaria embora e ai sim, tudo ficaria bem.

— Tudo bem. Mais não se aproveite ou eu mato você. Disse apontando na cara dele e o vendo revirar os olhos de impaciência.

Bem devagar eu fui andando até a cama e me deitei de peito para baixo. Arrumei meus cabelos para o lado deixando meu pescoço nu para ele.

Eu o olhei dos pés a cabeça ali parado bem na minha frente e o olhei com olhos fulminantes e pedindo algo que não queria dar.

Desci de novo os meus olhos naquele corpo magro e levantei uma sobrancelha.

— Vai ficar me olhando ou vai limpar essa porcaria de uma vez? Disse mexendo minhas pernas de um lado para o outro vendo ele passear com os olhos sobre toda a minha estrutura corporal ali deitada naquela cama grande.

Ele pigarreou a saliva parada na garganta e pela primeira vez o vi totalmente inseguro e inofensivo, e sabia que estava dando certo meu plano.

— Bom. Era para estar em meu colo mais assim está bom. Serei breve. Ele disse chegando mais perto e ficando de joelhos aos pés da cama.

E eu o observava com cuidado.

Ele me olhou de novo e me surpreende com seu olhar caloroso e por um estante me imaginei atracando ele. Nossa! Voltei ao normal e o observei com cuidado.

Ele passou o algodão no ferimento e senti umas picadas. Eram os pontos, ainda eram recentes e ainda ardia muito.

— Ai com cuidado. Disse o mirando bem nos olhos e ele se deparou com meus pares de olhos azuis e se manteve firme.

— Nem cheguei a tocar ainda. Está inchado ao lado. E sim. Está inflamado de novo. Acho que queres ficar sem perna. Ele disse posando sua outra mão perto do inicio do meu bumbum e senti que eram quentes e grandes.

— Se não tivesse me jogado daquela forma na cama estariam quase cicatrizando. Eu disse vendo que ele subia um pouco a blusa e com a mão meia tremula prosseguia com a limpeza.

— Pare de conversa. Você se mexe muito. Quieta! Ele falou e seguro com força minha perna.

— Espere! Disse tocando nas mãos dele e ele me olhou surpreso.

Levantei e fiquei em sua frente, ele meio que sem piscar subiu e sentou na cama. Mirando em seus olhos assustados e ainda calado eu o fiz me olhar.

Subi a camisa bem devagar até a altura do umbigo e pode ouvir sua saliva descer a garganta como pedra. Segurei o tecido até que ele pudesse ter toda a visão de minhas pernas e de meu bumbum.

Claro que só fiz aquilo por que estava com uma roupa intima como um mini short. Mais estava bem a mostra ali, bem na frente do homem mais chato cobiçado e estranho do mundo.

Queria ver com ansiedade as suas franquezas.

— Assim esta melhor? Eu disse me olhando e depois mirando em seus olhos.

Que pareciam dois grandes faróis diante do que via.

— Esta sim. Vire-se. Ele disse com a voz tão rouca que sorri calada com o que via nascer nele.

Ele tocou na minha pele de novo com uma certa vagareza e notei que ele não respirava.

— Esta tudo bem aí? Eu disse virando para trás e o olhando todo atormentado diante de minha pose para ele.

— Creio que esta sim. Logo acabo. Ele disse com as mãos no meu bumbum.

Ele pegou outro algodão e enxugou o local do ferimento. Passou a pomada e me olhou novamente.

— Está pronto. Quer dizer terminei. Ou melhor fiz o curativo. Ele disse gaguejando todas as palavras.

— Hum… Deixe-me ver. Eu disse me levantando e mexendo meus quadris perto do rosto dele e o vi arregalar os olhos como nunca visto.

— Está bom. Não sinto nada. Eu disse sorrindo.

— É… Eu tenho que ir. Ele disse passando as mãos na testa e notei que suava como um picolé derretido.

— Esta tudo bem Michael? Eu falei tocando nos ombros dele e cheguei mais perto.

— Claro! Por quê? Ele falou e fez uma cara de espanto quando notou seu descontrole e cruzou as pernas.

— Wow… Vejo que não estamos sozinhos aqui. Eu disse olhando suas partes e o fazendo notar o quanto era sua excitação.

— OH meu Deus! Ele disse se levantando e ficando totalmente sem graça.

— Você é tolo sabia? Eu disse indo em direção a ele com a voz mais sedutora possível.

— O que tem hein? Ele disse se desvencilhando de mim e me impedindo de chegar mais perto e segurando nos meus ombros.

— Nada. Estou bem! Quem está suando como um picolé é você. Eu disse sorrindo e ele notou minhas intenções.

—- Esta me desafiando? Ele disse andando para trás enquanto eu prosseguia com o charme.

— Não. É apenas o meu jeito mesmo. Por que está com medo Michael? Eu disse andando mais e mais e ele só recuava.

Ele parou na parede e se encostou o máximo que pode para não tocar em mim.

— Não deveria chegar tão perto assim. Ele disse me olhando todo entregue e perdido na situação.

— Ora. Além de estranho tem medo de mulher? Essa eu não sabia. Eu disse colocando meus braços em volta de seu corpo para ele não ter para onde ir.

— Eu já terminei o que vim fazer aqui. Vejo que se sente bem. Ele disse se encostando mais contra a parede e eu sorria sedutoramente para ele.

— Não vejo o por que da pressa. Não é você que gosta de tudo nos mínimos detalhes? Deveria ver se seu desempenho como medico está dando certo. O que me diz? Eu disse quase sussurrando bem perto de seus lábios e notei algo revigorar entre nós bem perto de minha cintura.

— Vamos pare com isso. Esta desequilibrada. Ele disse suspirando e olhando para o teto.

— Esta com alguma dor senhor Jackson? Podemos retribuir favores. Eu disse levantando bem devagar uma de minhas pernas e com o joelho erguido toquei de leve em sua parte mais sensível agora.
Ele respirou fundo e me olhou com cautela e sorriu. Parecia que tinha entendido meus planos.

— Você não presta mesmo não é? Ele disse acordado do jogo de sedução.

— Do que esta falando seu insano? Eu me enfureci por ele não estava caindo na jogada.

— Sei o que faz, mais não conseguirá comigo lindinha. Sou vacinado contra isso. Quer que eu caia nessa e me perca em seus encantos. Mais não sairá de minha casa gritando para todos que Michael Jackson a molestou. Não mesmo! Perdeu fofa. Ele sorriu irritantemente para mim e eu vi que ele não estava mais entregue.

— Seu idiota. Eu disse me revoltando e o empurrando para longe de mim.

— Boa tentativa. Até que me pareceu interessante. Boa noite! Ele saiu arrumando sua roupa e sorrindo de mim.

Abriu a porta e me olhou com total satisfação pela minha derrota e a fechou.

— Ah…. Seu nojento! Eu disse gritando no quarto e peguei um vaso. Taquei na porta que se espatifou com tudo.

— Eu ouvi isso hein? E limpe essa sujeira. Os empregados dormem. Ele disse abrindo a porta de novo e mostrando aquela cara de menino danado.

E a fechou novamente quando viu outro vaso voando em direção a sua cara de sem vergonha.

— Hipócrita! Odeio você! Eu o odeio! Eu disse pisando duro e me debatendo toda.

Max olhou para mim e latiu alto. Eu o encarei com nítida fúria ele se encolheu todo e foi para debaixo da cama.

— Ele me paga Max. Ele me paga! Eu serei os punhos e tremi de raiva.

Eu me deitei depois de me acalmar diante da minha derrota e fiquei imaginando como sairia dali. Não podia agora. Aquele ferimento estava recente.

Mais de uma coisa eu tinha notado e sentindo. Ele estava sedento e eu não tinha medo e nem pena de homem intocável a meses.
Se era guerra que ele queria me mantendo ali e me fazendo submissa a ele. Ele teria a sua guerra.

E na mais perfeita disputa.

Advertisements