11.CAP.

 

Entrei no camarim parecendo aquelas pessoas da técnica de som. Com um monte de fones e fios pendurados na minha cintura.

 

— Nossa garota. Se eu não soubesse o que tem ai por baixo disto tudo. Tenho certeza que as pessoas dariam creditos aos boatos que lançam contra mim. Michael riu ao me ver daquela forma.

 

— Há, há. Engraçadinho. Eu falei retirando os equipamentos.

 

— Dai. Tá tudo pronto para o grande dia? Ele me falou sentado e com os braços cruzados me olhando retirar as coisas.

 

— Sim. Está tudo pronto. Mas peço que tome cuidado. Não abuse da sorte. Eu falei pensando no que tinha acontecido e nos olhares de Jony nele. Eu estava desconfiada de algo e não queria dar panos para o azar.

 

— Por que diz isto? Ele falou sem entender.

 

— Não sei Michael, á algo no ar posso sentir. Eu disse agora olhando para ele preocupada e tentando não de mostrar.

 

— Já fiz isto milhares de vezes minha menina. Não precisa se preocupar. Ele falou se levantando e vindo em minha direção e me abraçando com carinho.

 

Eu senti seu cheiro, eu senti seu calor e notei que ele me fazia falta, foi naquele momento que percebi que tinha entrado na maior fria do mundo.

 

Avia me apaixonado por alguém impossível de ser meu.

 

Michael era o maior astro de todos os tempos, jamais haveria alguém para igual e tinha um dom enorme de me fazer ama-lo.

 

Mas sabia que ele tinha seus problemas como todo mundo.

Mas os dele eram mais visados do que deveria. Já tinha visto sua instabilidade emocional pelos jornais, mas não tinha dado muita atenção a isto.

 

— Há. Tenho algo para você. Ele falou quebrando os meus pensamentos.

 

— O que foi? Eu disse olhando para ele ainda com os braços ao meu redor.

 

— Este é o Jonas. Ele será seu guarda costas de agora em diante. Ele falou me mostrando o homem que eu já até avia esquecido ali dentro.

 

— O que? Eu não preciso de um guarda costas. Eu falei me afastando dele. E olhando para o homem que nos olhava.

 

— Não vou me ariscar com você andando pelos corredores desprotegida depois do que aconteceu a você. Ele falou fazendo um gesto para o homem se aproximar.

 

— Michael. Não sou celebridade e nem uma estrela. Isto é você. Você que tem que ficar protegido. Não posso trabalhar com alguém andando atrás de mim no meu trabalho Michael!

Isto é impossível! Eu falei me afastando dele e tentando mostrar a ele que era ridículo aquilo.

 

— Eu serei discreto, senhorita. O homem me falou como tentando ajudar seu patrão.

 

— Mas como?Em primeiro lugar ele não é da equipe da empresa.

Em segundo ele não se parece nenhum funcionário do Madison. Tem mais cara de segurança é o que ele é.

E terceiro as pessoas vão começar a questionar o que faço com um cara deste tamanho me vigiando? Eu falei olhando para eles para tentar convencê-los.

 

— Vão saber que protejo o que é meu. Não gosto de ver a minha garota desprotegida. Não pelo que já aconteceu. Mas se a mídia souber que você está comigo vai ter problemas. Ele falou sorrindo para o meu lado.

 

— O que é seu! Como assim sua garota? Eu falei olhando séria para ele que sorria.

 

— Pensei que era. Desde aquele dia que me deu um banho com o vaso de flores. Foi a primeira que fez aquilo em toda a minha vida sem intenção de me seduzir. E já conseguindo. Ele falou me abraçando e senti-o fazer sinal para o homem que nos olhava atentamente sair.

 

— Não acredito. Eu falei sentindo o seu cheiro que eu tanto amava.

 

— O que não acredita? Ele falou sem entender o que eu dizia.

 

— Que consegui fisgar o cara mais sexy que eu já vi o mais gostoso e complicado. Eu falei o beijando em seus lábios.

 

— Sexy eu? Gostoso? Não sou complicado. Ele falou me beijando no rosto e foi descendo para o meu pescoço me fazendo estremecer com aquilo.

 

— Há! Eu esqueci. Cara de pau. E convencido. Eu falei sentindo algo pegar fogo dentro de mim. Michael tinha um dom de me fazer incendiar quando me tocava.

 

— Não sou isto que fala. Ele disse já subindo a sua mão livre por debaixo da minha blusa e me fazendo arrepiar diante do seu toque.

 

— Não! Sabe muito bem o que me causa. Eu vejo em seus olhos. Eu falei e vendo ele me levar devagarzinho em seus braços em direção aporta do camarim e a trancando sem me soltar dele.

 

— Faço o que posso. Ele falou segurando o meu seio com uma das mãos e com a outra foi levantando a minha blusa para retirar ela totalmente e com isto me pressionava contra a porta e ele me fazendo sentir seu membro já bem saliente e latejante quando o apertava contra meu quadril.

 

— Michael aqui? Alguém pode entrar. Eu disse o beijando e abrindo a sua camisa e não acreditando em minhas próprias palavras.

 

— Ninguém vai entrar aqui com o Jonas na porta. Ele falou já descendo com seus lábios em meus seios já expostos e o acariciando e colocando ele em sua boca me fazendo flutuar com aquilo.

 

Não pude dizer mais nada. Minha mente vagava entre dois mundos agora. Avia algo em brasas me queimando por dentro.

Michael desceu uma de suas mãos e a colocou por dentro do meu macacão que já estava sem os suspensórios e me tocando com seus dedos no lugar aonde me fazia incendiar mais rápido

 

Eu gemi com seu toque, ele sabia o que fazia e sabia me levar as alturas com aquilo. Ele desceu em minha frente e foi levando o meu macacão com ele.

Afastou as minhas pernas com carinho com beijos e mordiscadas que fazia levar qualquer um a loucura.

Michael introduziu sua língua o mais fundo que ele podia me fazendo grudar na porta e deixando um barulho no ar.

 

Eu tinha certeza que gemia alem do que podia, aquilo estava me queimando viva. Ele fazia o vai e vem com seu dedo fazendo eu segurar em seus cabelos com firmeza. Eu sabia que se ele continua-se ali eu explodiria mais rápido do que uma bala.

 

O puxei para cima de encontro aos meus lábios e o beijei com vontade eu sabia que estava meio descontrolada e sentia que Michael estava adorando aquilo, era como adrenalina em suas veias.

 

Parecia que me ver daquela forma o excitava cada vez mais.

 

Eu retirei seu cinto o mais rápido que pude e abriu os botões de sua calça de couro preta. Ela cedeu e caiu em seus pés o deixando livre para mim.

 

Me surpreendi quando notei que ele estava sem sua peça intima me fazendo soltar um gemido de prazer, vendo aquilo ele só sorriu e continuou a fazer o que estava fazendo.

 

Me levar a loucura com seus beijos seus toques e seu membro que agora entrava delicadamente. Ele introduziu com carinho parecia querer sentir cada centímetro que entrava em mim.

 

O fazendo gemer alto quando sentiu que colocou quase tudo em mim. Ele me apertou contra ele e contra a porta. Eu entrelacei uma de minhas pernas nele e Michael a seguro com sua mão e agora fazia os movimentos com mais força e descompassados.

 

Ele era mais alto que eu e tinha que meio que afastar suas pernas para poder manter o ritmo e me segurar nos braços. Eu tinha certeza que o segurança que estava lá fora escutava o que acontecia ali dentro do camarim, pois nossos gemidos e o barulho que as vezes fazia na porta, quando Michael entrava mais fundo dava para ser ouvido.

 

Nós já não nos aguentávamos mais de prazer quando Michael acelerou mais o ritmo me puxava contra seu membro que latejava dentro de mim e contra ele o fazendo soltar gemidos seguidos um do outro, me fazendo explodir diante daqueles sons de prazer que ele soltava e sentindo algo explodir dentro de mim com tamanha força que o fez ceder suas pernas um pouco e fazendo ele enterrar seu rosto em meu peito todo suado e lutando contra uma respiração bem escassa.

 

— Deste jeito você vai acabar comigo garota antes do show de amanhã. Ele falou ainda segurando uma das minhas pernas junto com ele e senti seus dedos a apertarem com força quando ele recuperava as forças nas suas pernas.

 

— Quem vai acabar comigo é você senhor Jackson. Eu falei retirando seus fios de cabelos dos seus rosto todo suado. E olhando bem em seus olhos.

 

— Eu a amo senhorita Victoria. Ele falou me dando um beijo já com sua respiração quase ao normal.

 

— Eu o amo muito mais senhor Michael Jackson. Eu disse retribuindo o beijo e sentindo ele soltar a minha perna devagarzinho agora e seu membro sir lentamente de dentro de mim.

 

— Nos devemos sair agora daqui antes que alguém sinta a nossa falta e venha nos procurar. Ele falou se afastando e se arrumando como podia.

 

— Nossa. Está com uma cara de descabelado! Eu disse o vendo erguer as calças e as abotoando.

 

— Olha só em que estado você me deixa. Eu com a minha idade não posso ficar dando o que quer sempre. Ele falou me ajudando a colocar o suspensório.

 

— Saiba que você bate qualquer garotão. E alias com este cabelinho curto todos espalhado lhe deixa com ar de menino levado. Eu disse o puxando pela gola da camisa para bem perto dos meus lábios.

 

— Não. É você que me faz sentir assim. Ele falou me apertando novamente em seus braços e em beijando com vontade.

 

— Michael. Precisamos ir. Nem sei como vou conseguir sair daqui e encarar o segurança ai fora. Eu falei o afastando e fazendo cara de envergonhada e ele sorrindo com aquilo.

 

— Não acredito. Envergonhada! Depois do que fizemos! Ele falou segurando o meu rosto com suas duas mãos e me olhando nos olhos.

 

— Não tenho vergonha de você. Mais dele. Eu disse meio que sorrindo.

 

— Jonas é discreto. E leal. É por isto que escolhi para ele lhe proteger. Ele falou ainda comigo daquela forma.

 

— Mas Michael. Eu não preciso de um guarda costas. Eu disse tentando novamente.

 

— Por mim. Me sentirei mais seguro assim. E farei o show mais tranquilo. Ele falou fazendo eu ver que não teria argumentos contra ele.

 

— Mas ele não poderá me proteger o tempo todo Michael. Sabe disto. Eu falei mostrando que será impossível o que ele queria.

 

— Eu sei. Nem a mim eles conseguem o tempo todo. Mas na maioria do tempo quando não estiver comigo ele ficará com você. Até estar segura novamente.

 

— Creio que a pessoa que fez aquilo não vai tentar novamente. Eu disse escondendo as minhas suspeitas de quem era.

 

— Nunca se sabe. Ele falou me parecendo esconder algo em seus olhos.

 

— O que sabe. Michael? Eu disse mostrando a ele que eu tinha visto alem do que ele disse.

 

— Nada por enquanto. Mas mandei investigar o ocorrido sem muito alarde. Não gostaria de levantar suspeitas com o agressor e nem com os jornais que saberiam de nós e já espalhariam mentiras absurdas da gente. Ele disse me dando um beijo a mais.

 

Michael me abraçou apertado e saímos do camarim em direção ao seu carro que esperava no pátio do teatro. Eu sai dali me sentindo envergonhada em relação ao segurança, mas como Michael falou ele era discreto e confiável.

Nem para mim ele olhou.

 

Fomos jantar fora no restaurante de um amigo dele que mantinha uma área reservada para ele.

Depois de muitos risos e vinho Michael me levou para casa e partiu para dar a preparação do seu show que seria no dia seguinte.

 

Ele não me veria antes, só no camarim antes do show.

 

Advertisements