19.CAP.. “ Suspeitas.”

Depois de conversarmos com John por algumas horas, fomos ao jantar sabendo que uma batalha havia sido, “ganha”. A tal mãe das crianças iria dizer ao juiz que consentia na guarda copartilhada com a avó e primo das crianças.

Mas que ela ficaria de olho se eles estavam bem. Até ai, eu até que compreendia. Mas não gostei dela pensar que ainda tinha algum direito nas crianças.

Mas fazer o que! O que estava em jogo ali parecia ser muito mais do que a paz e segurança dos seus filhos.

John nos mostrou mais algumas noticias sobre os Jackson que tinham saído nos jornais, e mostrava que a mídia distorcia como sempre a verdade. E sorri diante do que lia sobre as notas que seus mais variados advogados emitiam na mídia. Como era fácil manipular a imprensa, e os Jackson eram mestres nisso.

Depois de John se ir e todos se recolherem eu escuto do quarto das crianças algumas notas sendo tocas altas na sala de piano. Os ecos dos acordes feitos nele ecoavam pela casa. E sorri diante daquilo.

Por mais que o mundo ou as pessoas que tentavam o derrubar se empenhassem em fazer aquilo. Ele nunca desistia.

Ele era invencível. E muitas vezes inquebrável.

Eu dei boa noite aos meus filhos e a sua baba e desci as escadas em direção a sala do piano.

— Deseja mais alguma coisa senhora? Ramires falou me vendo descer os últimos degraus.

— Não Ramires. Pode se recolher com os outros. Eu vou ver Michael. Eu disse vendo ele assentir com a cabeça e sair em direção a ala dos seguranças.

Eu o observei sair e voltei a minha atenção as notas que ainda eram tocadas. E fui em sua direção.

Eu abria a imensa porta e ela fez um barulho ruidoso. Eu notei que Michael me viu entrar, mas não parou de dedilhar os seus dedos por sobre as teclas.

Ele resmungava algum som com seus lábios e fiquei do seu lado esperando ele terminar.

Quando ele deu sua ultima nota ele me olhou com seus olhos negros sedutores.

— Sabe. De todos os seus dons que sei que são muitos. Eu amo ver você tocar o piano. Eu disse tocando o seu rosto com carinho.

— Estava vendo alguns arranjos para uma nova musica. Ela fica perfeita com o som de algumas notas deste piano. Ele disse afastando o banco um pouco para trás e me pegando pela cintura e fazendo sentar em seu colo.

— É está que vai colocar em seu novo álbum? Eu pensei que seria Bad 25 anos. Eu disse me lembrando de suas conversa com John sobre a Sony.

Michael deu um sorriso estonteante me afagou as costas e acariciou o meu rosto com as costas de sua mão e seu dedo.

— Não meu amor. Está não é para este álbum. É para lago especial que estou fazendo. Ele falou com um sorriso malicioso em seus lábios agora.

Ele e seus planos. Ele nunca deixava de aprontar.

— Hummm… Tome cuidado Michael. Os seus fãns são espertos. Eles já não acreditam muito em sua morte, imagine com você atiçando suas mentes. Eu disse vendo ele me virar para ele e sorrir malicioso.

— Mas não morri meu amor. Eu estou bem vivo. E você sabe disto Eu só me retirei do palco para poder viver a minha vida mais tranquilo com quem amo. Ele falou me invadindo o meu pescoço com seus lábios e me mostrando que começava a ficar excitado.

— Wow…….. Eu estou vendo que está bem vivo mocinho. Eu disse fazendo ele sorrir enquanto me acariciava as costas e a cintura e me beijava com mais ênfase o meu pescoço e meu ombro nu que empurrava com sua face a minha camisa.

— Que bom que notou. Por acaso lembra que me fez uma promessa hoje se eu me coportasse? Ele falou me movimentando em seu colo e gemeu quando eu o fiz.

Eu sabia o que ele queria e não podia negar. Eu também o desejava muito.

— Sim. Mas eu me lembro muito bem que você me disse que iria me mostrar uma nova musica no estúdio. Eu disse sentindo ele mover seus lábios para o meu peito e beijar entre os seios pelo vão da minha blusa aberta.

Michael levantou a sua face e me encarou maliciosamente.

— Você tem razão Med. Venha. Michael me retirou se seu colo levantou-se e me arrastou para o estúdio.

Abriu a porta me puxando para dentro a trancou e ligou a meia luz de um dos lados do estúdio deixando ele na penumbra.

Foi a mesa de som procurou algo e deixou a melodia que queria me mostrar tocar suavemente.

Veio até mim me levou ao sofá que tinha ali se sentou e me colocou em seu colo e sorriu.

— Pronto. Agora desejo que escute e me diga o que sente. Ele falou me ajeitando sem seu colo com as pernas uma de cada lado de sua cintura e acariciava as minhas cochas por baixo da minha saia.

Eu fechei os meus olhos e observei a melodia suave e bem composta. A letra era de uma canção romântica e falava de amor e cumplicidade. Ela parecia ser sedutora e podia transmitir a você o amor que ele sentia por ela. Ela podia lhe invadir a sua alma e lhe aquecer.

— Ela é linda Michael. Como se chama? Eu disse abrindo os olhos e vendo ele me encarar com um sorriso nos lábios agora.

— Ela não tem ainda. Mas eu sei que será perfeita. A muito tempo que eu rabiscava a sua melodia. A letra eu já sabia de cor. Só o som nunca estava como eu desejava. E ainda preciso melhorar. Mas ela está na minha cabeça desde o dia que nos conhecemos naquele evento. Você lembra? Ele falou me puxando para mais perto dele e foi beijando o meu colo de volta.

Eu sentia a sua ereção ficar mais pulsante e podia ver a minha pele queimar com aquilo.

— Sim. Como me esquecer? Foi naquele dia que conheci a minha maior loucura e não tinha percebido. Eu disse o envolvendo em meus braços e sentindo suas mãos subirem ainda mais dentro da minha saia e seus lábios procurarem os meus seios por cima da langerrie.

—- E depois o louco era eu. Você foi a minha maior obseção, e ainda é o meu maior delírio.  Nós conseguimos enganar o mundo todo e ninguém percebeu. Ele falou retirando uma de suas mãos debaixo da minha saia e foi desabotoando a minha camisa enquanto a outra invadia a minha langerrie e seus dedos começavam a me estimular suavemente.

— Michael…. Eu sussurrei quando ele afastou a minha langerrie e invadiu um dos meus seios me levando a ficar em chamas.

— Med. Me ame garota. Ele falou retirando as suas mãos de onde estavam e começou a me despir rapidamente.

Em pouco tempo nossas roupas estavam espalhadas pelo chão do estúdio e a musica corria solta e se repetia diversas vezes.

Michael estava sentado no sofá com suas penas abertas e eu me deliciava nele o acariciando e descendo os meus beijos molhados por todo o seu corpo.

Ele gemia alto a cada estimulada em seu membro com as minhas mãos. E quando os meus lábios o envolveram todo. Ele gemeu alto soltando um gemido rouco de sua garganta.

— Med. Assim…. Oh Deus! Michael gemeu alto por entre os dentes mal conseguindo se aguentar com as minhas investidas.

Uma de suas mãos estava em meus cabelos ajudando nas investidas mais profundas em seu membro, e a outra ele agarrava o encosto do sofá com força.

— Todo entregue. Você vai se comportar direitinho e ser um bom menino? Eu disse fazendo ele me olhar com seus olhos serrados e sorrir maliciosamente quando eu ainda me deliciava em seu membro.

— Sim. Eu vou. Ele falou erguendo um pouco seu quadril para cima me fazendo colocar quase todo o seu membro em minha boca.

— Então. Vou deixar você ser feliz agora. Eu disse vendo seus olhos brilharem e seu sorriso ficar mais explicito.

— Deus! Assim você realmente vai me matar. Ele falou já sentindo eu intensificar as minhas investidas em seu membro e o sugar com ênfase.

Michael fechou seus olhos jogou a cabeça para trás e gemeu alto quando se perdia em suas fantasias mais profundas.

Com mais algumas investidas mais ousadas e profundas nele, Michael gemeu alto e se agarrou no sofá e explodiu em delírio.

Quando ele abriu seus olhos e me olhou com sua face que demonstrava toda a agonia e a felicidade que eu pude lhe proporcionar.

Sua face suada e seus olhos brilhantes demonstravam que a noite seria longa também e sorri diante daquilo.

— Agora é minha vez. Michael me levantou de onde eu estava e me jogou no sofá e se deliciou em meu corpo.

As suas mãos eram ávidas e seus beijos mais que ousados. Quando sua língua me invadiu com seus dedos, eu quase morri diante disso me fazendo explodir em seus lábios.

Mal o meu corpo se acalmava diante dos espasmos que ele me havia feito sentir, Michael me invadia com seu membro mais que rígido.

Suas investidas eram suaves no começo, mas logo uma loucura o possuía. Ali naquele sofá e no meio do estúdio escutando a sua mais nova canção Michael me amava de todas as formas possíveis.

O delírio era insano. E suas investidas eram mais que extasiantes. Me possuir de diversas formas ali no estúdio ainda o excitava mais, e fazia ele não conseguir conter os seus gemidos roucos e altos.

 E eu extraia dele, o que sempre amei. Um homem viril e sem limites em amar.

Quando não aguentávamos mais em segurar o ato final, explodimos juntos com nossos corpos suados e com uma respiração mais que escassa.

Os espasmos nos dominavam, e eu mal conseguia respirar em seus braços. Michael enterrou seu rosto em meus cabelos e tentava se manter um pouco afastado do meu corpo para não desabar sobre mim e me beijava com seus braços trêmulos.

— Creio que nos superamos hoje. Ele falou com sua voz rouca em meu ouvido.

— Sim. Você estava perfeito meu amor. Eu disse acariciando suas costas e senti ele não aguentar mais segurar seu peso em seus braços e desabar seu corpo em cima do meu.

— Sim. Mas quer saber de uma coisa? Ele falou levantando o sua face do meu peito e me olhou maliciosamente.

Eu observei seus olhos turvos começar a brilhar de volta e levantei uma de minhas sobrancelhas e o fitei já sabendo o que ele queria.

— Haw……. E olhe que você já passou dos cinquenta a muito tempo. Eu disse sentindo ele ficar excitado de volta dentro de mim e sorriu com um sorriso que sabia que agradava.

— Eu não estou morto meu amor. Michael falou rindo alto agora.

— Não. Definitivamente não. Eu me esfreguei nele o excitando mais ainda.

Mas quando ele se levantou e me jogou em seu colo me acariciando novamente com suavidade, algo fez meu estomago se agitar. E uma vontade insana de jogar o jantar para fora me consumiu.

Eu sai em disparada para o toalet do estúdio e me jogando no chão sentada eu colocava para fora tudo o que havia nele.

Michael me seguiu aflito e me ajudou no que eu fazia segurando os meus cabelos.

— O que tem meu amor? A dias eu noto que está diferente. Desde o dia que chegamos e naquele desmaio em nosso quarto. Deveria ir ao médico. Mas é mais teimosa que eu. Amanhã mesmo nós iremos. Michael falou me ajudando a se levantar e a lavar o meu rosto e a boca.

Eu respirei fundo e me olhei temerosa diante do espelho. E minha mente vasculhou o passado. Será? Mas não podia ser! Eu tomava os remédios como era devido. Tá certo que nos abusávamos muito. Mas o doutor me garantiu que aquilo funcionava.

— Okay Michael. Eu irei ao médico amanhã mesmo. Mas creio que você não precisa ir. Já andamos abusando de mais da sorte indo ao zoo e ao parque com as crianças. Eu disse não querendo que ele fosse comigo e tivesse a confirmação do que eu temia.

— Não senhora. Eu irei com você! Se você está doente por que anda tomando aquelas porcarias de calmantes e remédios para dormir, você vai ver com quem casou. Ele falou me levando para fora do banheiro e indo em direção do sofá e pegando as minhas roupas e me vestindo.

— Mas Michael! Isso é ridículo! Eu tentei protestar, mas ele me fez sinal que o assunto já estava encerrado e que ele ia de qualquer forma.

Eu peguei a minhas roupas de suas mãos e me vesti contrariada. Michael que só estava com sua box pegou as suas roupas espalhadas e as vestiu displicentemente.

Nós saímos do estudo e fomos nos recolher. E eu não conseguia deixar a minha mente limpa para poder pensar em algo para o deter.

Michael era teimoso e determinado. E se eu estivesse mesmo como suspeitava. Aquilo seria uma loucura.

continue…. kisses in your hearts….

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